Após um 2023 de bons números no campo e adaptações a um novo contexto político, o ano de 2024 demandou que as empresas de açúcar e etanol demonstrassem que fizeram a lição de casa e se prepararam para desafios. Ao mesmo tempo em que enfrentaram incêndios e pragas no campo, as companhias também precisaram tomar decisões de investimentos que terão impactos no futuro.
Este contexto foi apresentado na edição de 12 de dezembro da newsletter NC+, enviada com exclusividade aos assinantes do portal. Agora, o texto é compartilhado com todos os leitores, como uma demonstração de carinho por aqueles que nos acompanharam ao longo do ano.
Além disso, a partir desta quarta-feira, 18, a equipe do NovaCana entrará em recesso de fim de ano – com retorno marcado para 6 de janeiro de 2025.
Aproveite esse período para relembrar alguns dos momentos mais marcantes do ano por meio desta retrospectiva e, também, na nossa página especial de fim de ano.
O novo ano começou com a celebração dos resultados de 2023, mas também com uma dose de cautela em relação ao que esperava o setor nos próximos meses. Além disso, muitas companhias aproveitaram o início do período de entressafra para divulgar seus números e anunciar novos projetos.
Com isso, algumas notícias mais lidas de janeiro foram:

Embora fevereiro seja um mês de festas no Brasil, o setor sucroenergético precisou encarar dificuldades e tristezas. Ao mesmo tempo, as atenções continuaram voltadas para a exportação de açúcar, que seguia particularmente elevada para um período sem produção.
No mês, estas notícias tiveram destaque entre a cadeia sucroenergética:

Com algumas unidades antecipando a retomada das atividades para março, o setor de açúcar e etanol também registrou uma série de anúncios de investimentos. Além disso, as companhias divulgaram oficialmente seus resultados até dezembro de 2023, deixando claro que os números vindos do campo foram recordes.
Assim, estas foram algumas das reportagens que mais chamaram atenção no mês:

O início oficial da temporada 2024/25, em abril, foi acompanhado por uma necessidade de olhar para o desempenho do mercado de etanol e para as perspectivas de um novo ciclo no programa RenovaBio. Mas, obviamente, as sucroenergéticas continuaram anunciando novos aportes e financiamentos.
No período, estas foram algumas das reportagens que mais se destacaram:

Em maio, alguns conflitos começaram a se destacar, com entidades discordando sobre a revisão do sistema de precificação da cana-de-açúcar; o avanço das negociações sobre os rateios dos CBios; financeiras exigindo comprovações de metas ambientais; e a divulgação de fraudes no mercado de combustíveis.
Desta forma, as notícias de maior impacto no mês incluem:

O mês de junho, além de trazer resultados financeiros referentes à safra 2023/24, também foi acompanhado de anúncios relacionados à venda de usinas. Para completar, as atenções se concentraram nos meteorologistas, com a possibilidade de formação de La Niña podendo prejudicar as chuvas no Centro-Sul.
Neste contexto, estas notícias se destacaram:

Com mais da metade do ano ficando para trás, julho foi um mês repleto de denúncias – elas foram desde a área administrativa das companhias até o campo, passando por grandes desastres ambientais. Mas, como não podia deixar de ser, também houve anúncios de investimentos em etanol de milho.
Entre as notícias que mais impactaram o setor no mês estão:

A rima que relaciona agosto e desgosto fez bastante sentido para as sucroenergéticas em 2024. Em meio a condições climáticas desfavoráveis, incêndios devastaram canaviais da região Centro-Sul, com maior impacto em São Paulo. O efeito da seca e do fogo, segundo especialistas, deve ser sentido pelas próximas safras.
No mês, as notícias mais acessadas incluíram:

Enquanto as usinas de cana-de-açúcar ainda encaravam incêndios, as companhias que utilizam o milho como matéria-prima seguiram fazendo anúncios em setembro – entretanto, o mercado começou a levantar alertas em relação à expansão. Para completar, o projeto de lei Combustível do Futuro avançou e foi encaminhado para sanção.
No começo de setembro também nos reunimos para a sétima edição da Conferência NovaCana. Com o tema “Etanol – a mudança já começou”, especialistas discutiram o momento atual do biocombustível e o que pode acontecer no futuro. Os dois dias de evento reuniram mais de 250 participantes.
Com isso, as reportagens de destaque do mês foram:

Após os sustos vindos do campo, as sucroenergéticas voltaram a olhar para a frente em outubro, analisando os impactos para as próximas safras e, também, para o mercado de açúcar e etanol. Além disso, surpresas positivas chegaram ao setor, com anúncios de compra de usinas e a perspectiva de um maior mercado para o etanol.
Estas foram algumas das reportagens que mais chamaram atenção:

Mesmo com a moagem da safra 2024/25 se encaminhando para o fim, os anúncios de novos investimentos não pararam em novembro. Para completar, o mercado de açúcar seguiu em evidência, com os preços globais da commodity flutuando a cada novidade vinda do Centro-Sul brasileiro.
Nesse contexto, as seguintes reportagens ficaram em evidência:

O mês ainda não acabou, mas o clima de encerramento de um ciclo está se consolidando entre as sucroenergéticas. No período, ocorreu consolidação de compra de usina, visões de mais oportunidades para o açúcar brasileiro e até possibilidade de comercialização de ativos. Além disso, o NovaCana apresentou reportagens inéditas sobre as finanças das usinas e as maiores cidades produtoras de cana.
Assim, algumas das notícias mais acessadas dos últimos dias foram:

Renata Bossle – NovaCana