Pelo segundo ano consecutivo, a trading asiática Wilmar lidera a comercialização do açúcar brasileiro. Segundo números da agência marítima Williams, a companhia movimentou 7,46 milhões de toneladas no ano passado, equivalente a 26,4% de todo o volume despachado via porão de navio no período.
Em 2023, as exportações da commodity brasileira nesta modalidade somaram 28,3 milhões de toneladas, alta de 11,7% na comparação com o ano anterior, no maior valor da série histórica, iniciada em 2011. O movimento acompanha um recorde na produção de açúcar, que totalizou 45,78 milhões de toneladas, conforme dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em uma elevação anual de 26%.
De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), por sua vez, as exportações do adoçante brasileiro atingiram 31,38 milhões de toneladas entre janeiro e dezembro. No período, o preço médio do adoçante foi de US$ 501,86 por tonelada, aumento de 24,2% ante 2022. Dessa forma, a receita obtida com o produto subiu 43% e alcançou US$ 15,75 bilhões.
No total, 23 empresas comercializaram mais de 100 mil toneladas do adoçante brasileiro via porão de navio em 2023.
Confira na versão completa (exclusiva para assinantes NovaCana):
- Histórico das cinco maiores compradoras
- Ranking das empresas que mais comercializaram açúcar brasileiro em 2023
- Parcerias comerciais, portos de origem e destinos das principais tradings
- Histórico de envios de açúcar pelo Brasil e principais países de destino
- Volume exportado por porto
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