Sucroenergética concluiu as obras de sua segunda planta de etanol de segunda geração em 2023; perspectiva é entregar mais duas usinas em 2024/25
Errata (10/04, às 7h10): A Raízen informou que houve um equívoco na divulgação do valor dos investimentos em E2G, que seriam de R$ 3 bilhões em um ano e não em um trimestre, como apresentado anteriormente. O título e o texto abaixo foram corrigidos.
O programa da Raízen para expansão da fabricação de etanol de segunda geração (E2G) denota uma forte aposta no produto. Os investimentos começaram em meados de 2021, com o anúncio da segunda planta do grupo, anexa à usina Bonfim, em Guariba (SP). Menos de um ano depois, a companhia confirmou mais duas – em Valparaíso (SP) e Barra Bonita (SP) – e começou a divulgar a meta de chegar a 20 unidades até 2030/31.
“As perspectivas de investimentos em E2G para a safra 2024/25 e para as próximas são muito positivas”, garante o diretor de relações com investidores da sucroenergética, Phillipe Casale. “A Raízen tem planos ambiciosos de expansão nesse setor, com o objetivo de alcançar uma capacidade instalada de produção anual de, aproximadamente, 1,6 bilhão de litros de E2G”.
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