Usina Bela Vista é a nova líder da modalidade, tendo exportado 265,28 mil toneladas no ano
As exportações de açúcar brasileiro via contêineres voltaram a subir em 2023. Depois de dois anos de baixa – um reflexo do movimento “containergeddon” –, o mercado viu aumento nos despachos em um contexto de alta produção do adoçante no país e de queda nos fretes marítimos.
Além disso, outros grandes produtores globais tiveram problemas em suas safras no período. A consultoria hEDGEpoint acredita que a Índia, por exemplo, precisaria de uma série de fatores positivos para voltar a exportar o adoçante. Com o país asiático também de olho na fabricação de etanol, o Brasil se torna a principal constante no mercado.
De acordo com dados da agência marítima Williams, o Brasil despachou 2,94 milhões de toneladas da commodity via contêineres em 2023, 9,4% do total enviado a outros países. Os produtores nacionais, em geral, preferem fazer envios de açúcar a granel, via porão de navio, de modo que os embarques por contêineres correspondem a uma fatia menor de mercado, envolvendo negociações de alto valor agregado.
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