Com a perspectiva de alcançar R$ 1,7 trilhão em investimentos públicos e privados, o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deve direcionar R$ 540 bilhões para o eixo de transição e segurança energética. O valor inclui expansão da capacidade de energia elétrica e aumento da capacidade de produção de combustíveis de baixo carbono.
Especificamente, os combustíveis de baixo carbono devem ser responsáveis por aportes de R$ 26 bilhões, com R$ 20,9 bilhões sendo aplicados até 2026. Dentro do valor total, R$ 9,8 bilhões se referem a nove iniciativas da Raízen – todas classificadas como “obras”, ou seja, mais avançadas que as definidas como em fase de “projeto”.
O valor inclui a planta de biometano em Piracicaba (SP) com um investimento projetado de R$ 300 milhões. A unidade, que estava prevista para 2023, ainda não recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para iniciar a produção. Segundo documentos disponibilizados pela Raízen, de abril a setembro de 2023, o projeto recebeu R$ 103,9 milhões.
Assim, a maior parte do valor relacionado ao Novo PAC, R$ 9,5 bilhões, será dividida entre oito usinas de etanol de segunda geração (E2G), o que equivale a uma média de R$ 1,19 bilhão por unidade. Elas estão localizadas em: Andradina (SP), Barra Bonita (SP), Caarapó (MS), Guariba (SP), Morro Agudo (SP), Sertãozinho (SP), Tarumã (SP) e Valparaíso (SP).
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