De acordo com 13 companhias ouvidas pelo NovaCana, apesar dos problemas enfrentados pela safra brasileira de cana, outros países podem contabilizar uma recuperação na produção da commodity
Com o encerramento da safra global de açúcar 2023/24 (outubro a setembro), os olhares já se voltam para um novo ciclo. Apesar de as previsões apontarem para um superávit em 2024/25, ainda há incertezas quanto à oferta.
Uma das principais razões é a queda na produção de cana-de-açúcar no Brasil, um dos principais exportadores da commodity. A safra brasileira está enfrentando dificuldades, com secas e incêndios, o que afeta diretamente a produtividade dos canaviais. Assim, as usinas não estão conseguindo operar em sua capacidade máxima de cristalização, mesmo que o açúcar siga mais remunerador do que o etanol.
Ao mesmo tempo, outros países produtores têm mostrado sinais de recuperação no campo. Entre os maiores exemplos estão a Índia, que foi beneficiada pelas monções até mais longas que o normal, e a Tailândia, que está expandindo sua área plantada de cana-de-açúcar.
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