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Grandes sucroenergéticas não enxergam ameaça capaz de paralisar atividades

Enquanto grandes sucroenergéticas negam a possibilidade de parar atividades, especialistas estimam que 25% das usinas podem fechar as portas

NovaCana 16 min de leitura

As quedas bruscas nos preços internacionais do petróleo e a redução no consumo doméstico de combustíveis coincidiram com o início da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul, maior região produtora de etanol do Brasil. Assim, as usinas estão vendendo o biocombustível por valores abaixo do custo de produção e a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) estima que pelo menos 20 unidades optaram por postergar o início da moagem.

Além disso, especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de São Paulo afirmam que 25% das usinas atualmente em operação podem fechar as portas até o fim do ano, o que equivale a quase 100 unidades. A “ameaça” é maior para as companhias menos capitalizadas, que não têm grande capacidade de estocagem e possuem uma saúde financeira comprometida.

No final de abril, o presidente da Unica, Evandro Gussi, fez um apelo ao governo por medidas de auxílio como isenção de PIS/Cofins para o etanol, aumento da Cide sobre a gasolina e a criação de uma linha de financiamento para estocagem. De acordo com ele, caso estas ações não sejam aprovadas em breve, o setor terá “notícias tristes”.

“O anúncio de medidas emergenciais é absolutamente urgente e necessário para reduzirmos o risco de colapso das atividades do setor”, ressaltou o diretor técnico da Unica Antonio de Padua Rodrigues durante a divulgação dos números iniciais da safra 2020/21. “Estamos no período da moagem em que ocorre o maior desembolso para pagamento dos custos de produção”, reforça.

Entre os maiores grupos sucroenergéticos, a Adecoagro já foi afetada pela atual conjuntura do mercado. Em comunicado divulgado em meados de abril, a empresa divulgou a suspensão dos contratos de uma parcela de seus colaboradores nas duas unidades sul-mato-grossenses – a usina em Minas Gerais, por sua vez, não foi afetada. De acordo com a companhia, um número relativamente pequeno do quadro de funcionários foi atingido pela decisão e não haverá paralisação das atividades nas usinas.

Outras grandes empresas do setor também garantem que não paralisaram as atividades nas usinas – e não possuem a perspectiva de parar. A pedido do NovaCana, Atvos (antiga Odebrecht Agroindustrial), Biosev, BP Bunge, Cerradinho, Coruripe, Raízen, São Martinho e Tereos confirmaram que as atividades de todas as suas unidades seguem normalmente. A Zilor, por sua vez, optou por não responder aos pedidos por informação feitos pela reportagem.

Conheça as ações e estratégias adotadas pelos maiores grupos do setor no texto completo (disponível exclusivamente para assinantes).

As quedas bruscas nos preços internacionais do petróleo e a redução no consumo doméstico de combustíveis coincidiram com o início da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul, maior região produtora de etanol do Brasil. Assim, as usinas estão vendendo o biocombustível por valores abaixo do custo de produção e a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) estima que pelo menos 20 unidades optaram por postergar o início da moagem.

Além disso, especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de São Paulo afirmam que 25% das usinas atualmente em operação podem fechar as portas até o fim do ano, o que equivale a quase 100 unidades. A “ameaça” é maior para as companhias menos capitalizadas, que não têm grande capacidade de estocagem e possuem uma saúde financeira comprometida.

No final de abril, o presidente da Unica, Evandro Gussi, fez um apelo ao governo por medidas de auxílio como isenção de PIS/Cofins para o etanol, aumento da Cide sobre a gasolina e a criação de uma linha de financiamento para estocagem. De acordo com ele, caso estas ações não sejam aprovadas em breve, o setor terá “notícias tristes”.

“O anúncio de medidas emergenciais é absolutamente urgente e necessário para reduzirmos o risco de colapso das atividades do setor”, ressaltou o diretor técnico da Unica Antonio de Padua Rodrigues durante a divulgação dos números iniciais da safra 2020/21. “Estamos no período da moagem em que ocorre o maior desembolso para pagamento dos custos de produção”, reforça.

Entre os maiores grupos sucroenergéticos, a Adecoagro já foi afetada pela atual conjuntura do mercado. Em comunicado divulgado em meados de abril, a empresa divulgou a suspensão dos contratos de uma parcela de seus colaboradores nas duas unidades sul-mato-grossenses – a usina em Minas Gerais, por sua vez, não foi afetada. De acordo com a companhia, um número relativamente pequeno do quadro de funcionários foi atingido pela decisão e não haverá paralisação das atividades nas usinas.

Outras grandes empresas do setor também garantem que não paralisaram as atividades nas usinas – e não possuem a perspectiva de parar. A pedido do NovaCana, Atvos (antiga Odebrecht Agroindustrial), Biosev, BP Bunge, Cerradinho, Coruripe, Raízen, São Martinho e Tereos confirmaram que as atividades de todas as suas unidades seguem normalmente.

A Biosev inclusive reforça que até mesmo suas unidades em Rio Brilhante (MS) estão operando de acordo com o calendário previsto para a safra. Em março, as atividades das usinas foram prejudicadas por um decreto municipal que suspendeu o transporte público e os serviços de transporte fornecidos pelas indústrias. A Atvos, que também possui uma usina em Rio Brilhante, informou, na ocasião, que o impacto da medida em suas operações era limitado.

A Zilor, por sua vez, optou por não responder aos pedidos por informação feitos pelo NovaCana. Já a Unica alegou não ter disponibilidade de porta-vozes para entrevistas.

Estratégias para tempos de crise

Desde o começo da queda no consumo de etanol, a mudança no direcionamento da cana-de-açúcar tem sido apontada como uma solução para as usinas, que deveriam abandonar o mix de produção mais alcooleiro, como o visto nas últimas safras, e adotar um perfil mais açucareiro.

Conforme o mais recente levantamento do NovaCana com estimativas para a safra 2020/21, aproximadamente 45% da cana-de-açúcar processada na temporada deve ser direcionada para a fabricação do adoçante. Em 2019/20, este índice foi de 34,3%.

Entre as companhias que decidiram seguir este caminho está a São Martinho. No começo de abril, o presidente do grupo, Fábio Venturelli, afirmou que a “grande alternativa é a produção de açúcar”. De acordo com ele, os contratos do produto foram negociados há um ano e têm preços garantidos. “A demanda surgiu muito forte neste primeiro trimestre. Vamos operar abril, maio e junho sem uma demanda forte de etanol. Aí a gente vira para o açúcar, substitui o etanol”, completa.

Além disso, ele relata que a São Martinho frequentemente opta por estocar grandes volumes de etanol para comercialização na entressafra. Por conta disso, a companhia tem capacidade para armazenar cerca de 70% de sua produção de biocombustível.

Outra companhia que também deve apostar na estocagem de etanol é a Raízen, joint-venture entre a Cosan e a Shell. Em webinar com investidores, o diretor-presidente da Cosan, Luis Guimarães, afirmou que mais de 80% da produção de açúcar e 50% da produção de etanol da companhia para 2020/21 está com preços fixados. Estes números foram posteriormente confirmados pelo presidente da Raízen, Ricardo Mussa.

De acordo com Guimarães, embora a estratégia tenha envolvido valores abaixo dos negociados no mercado spot, os preços são considerados lucrativos pela empresa e permitem que ela fique segura em momentos de volatilidade do mercado. Por conta disso, a companhia também já fixou valores para a safra 2021/22.

“Obviamente, os preços para o volume restante de etanol estão sofrendo”, afirma e continua: “Mas o que fazemos todos os anos é olhar para as melhores épocas para vender. A estratégia de carrego parece ser a mais adequada no momento, assim como a de utilizar mercados de exportação aos quais temos bom acesso”.

Ele ainda assegura que a Raízen tem liquidez suficiente para lidar com a crise, estando bem posicionada para o momento de retomada do mercado. De acordo com o executivo, o atual cenário é, sim, difícil para as sucroenergéticas, mas ele deve afetar com mais força as empresas que não adotam políticas de hedge e não possuem um gerenciamento de risco bem estruturado.

Guimarães também reforça que, neste momento, a companhia não está olhando para a possibilidade de novas aquisições. O objetivo, de acordo com ele, é manter as operações funcionando bem e lidar com a volatilidade do mercado. “O mais importante é a disciplina para continuar a precificar bem nossos produtos, analisando com muito cuidado os riscos e tendo muito cuidado em termos de custos”, afirma.

Com isso, ele aponta que o fator Consecana – que determina a remuneração dos fornecedores de cana-de-açúcar – tem um potencial de alta, mas o impacto deste custo para a Raízen deve ser minimizado em relação ao resto do mercado pela estratégia de hedge da companhia para a venda de seus produtos.

O CEO da Coruripe, Mario Lorencatto, também acredita que seus fornecedores de cana devem receber mais por conta da estratégia de priorizar a produção de açúcar, com fixação prévia de preços. De acordo com ele, a companhia chegou a recomendar que a moagem na unidade em Iturama (MG) fosse desacelerada para aumentar o tempo de maturação de cana e, consequentemente, a quantidade de açúcar total recuperável (ATR) por tonelada.

“Vamos esperar o ATR subir, mas a ideia é moer tudo. Não estamos parando”, assegura. Ele explica que o valor pago pela Coruripe aos fornecedores tem como base a fórmula Consecana e utiliza o preço pelo qual os produtos são vendidos. “Quando eu vendo bem o meu açúcar, eu pago mais ao meu fornecedor de cana”, completa.

Ainda segundo Lorencatto, o valor pago pela empresa deve ficar em torno de 5% acima do Consecana paulista: “O meu fornecedor de cana está usufruindo desse plano de negócios”.

Perfil conservador em vantagem

No mercado, a Coruripe é conhecida por ter um perfil tradicionalmente mais açucareiro. Segundo Lorencatto, aproximadamente 80% da cana-de-açúcar processada pela companhia é direcionada para a fabricação do adoçante.

Por conta disso, ao longo de 2019, a Coruripe esteve atenta à recuperação de preços no mercado global de açúcar, quando a commodity chegou a quase 15 centavos por libra-peso. “Nós estamos centrados em gerar caixa para desalavancar a companhia, então já havíamos determinado que essa seria uma safra ainda mais açucareira e travamos os preços”, relata.

Assim, de acordo com ele, antes mesmo do impacto da pandemia de coronavírus chegar ao mercado brasileiro, a companhia já havia decidido aumentar a produção de açúcar em 15,7%, para 1,2 milhão de toneladas. Com isso, a produção de etanol deve cair 11,1% ante os resultados de 2019/20.

Segundo Lorencatto, a Coruripe iniciou a safra 2020/21 com quase toda a sua produção de açúcar já comprometida a um preço próximo de R$ 1.400 por tonelada. Além disso, aproximadamente metade da produção de 2021/22 também está precificada. “Isso deve dar para a Coruripe uma resiliência muito forte”, acredita.

Ele relata que, recentemente, a empresa negociou com seus maiores credores e obteve um prolongamento de um pagamento sobre juros. Isso permitiu que a Coruripe pudesse focar no mercado de açúcar e precificar as vendas para os próximos dois anos. “O problema do etanol é que você não precifica. Você não tem proteção nenhuma e fica à mercê de contratos com as distribuidoras”, argumenta.

Por conta disso, o executivo explica que a decisão por fixar os preços do açúcar deriva de uma postura conservadora da companhia em relação à sua saúde financeira. O objetivo era evitar a volatilidade do mercado de etanol e assumir uma base mais segura para a geração de caixa. “Podemos dizer que a gente deu sorte em um cenário desses. A decisão foi feita em outra base, mas ela ajudou a proteger a gente”, completa.

Em relação à produção de etanol, a companhia também aposta em manter grandes volumes em estoque. De acordo com Lorencatto, a Coruripe tem capacidade para manter aproximadamente 50% do volume em tanques próprios. Além disso, a empresa negociou os contratos com as distribuidoras para diminuição de volume e está vendendo cerca de 30% do volume inicialmente esperado de etanol anidro.

“Estamos vendendo os resíduos desses contratos e estamos fazendo exportações pontuais. A Coruripe produz um etanol chamado Coreia-B, que é um padrão melhor, destinado ao mercado de exportação”, afirma. O etanol que ficar nos tanques, por sua vez, poderá aguardar uma retomada da demanda e a recuperação dos preços.

Usinas alcooleiras pedem atenção

Enquanto algumas usinas já possuem uma estratégia voltada para o mercado de açúcar, outras ainda podem flexibilizar o mix de produção, passando a direcionar uma maior quantidade de matéria-prima para a produção ddo adoçante. Porém Lorencatto lembra que muitas unidades da região Sudeste são puramente alcooleiras.

Segundo ele, o mercado mais vantajoso para o biocombustível visto nos últimos anos fez com que muitas companhias optassem por não investir em fábricas de açúcar, pois elas poderiam ficar ociosas. Além disso, a capacidade de tancagem destas unidades frequentemente não é significativa.

“Isso se reflete nos preços. Em março, as distribuidoras não compram etanol. Elas ficam esperando as usinas entrarem em moagem e começarem a vender porque precisam de capital de giro. Estas unidades têm essa necessidade de recursos já no começo da safra”, explica.

No atual cenário – com preços baixos e pouca demanda –, ele acredita que as usinas precisariam manter o etanol no tanque, mas há risco de lotar os estoques e faltar capital. Por conta dos reflexos deste quadro no mercado, Lorencatto afirma que não deve seguir a recomendação habitual de aguardar para vender etanol na entressafra. “Se tivermos oportunidade de venda acima do nosso preço de orçamento, tanto no mercado doméstico como na exportação, vamos vender”, afirma.

O executivo justifica essa decisão por acreditar que as consequências econômicas podem ser duradouras. “Acho que vai ter desemprego, vai ter queda de renda, as pessoas vão estar mais receosas para viajar e se movimentar. O novo ponto de equilíbrio não vai surgir no mês que vem e nem no próximo”, afirma e completa: “Estamos antevendo um período complicado para o mercado de etanol”.

Ainda que esteja entre as companhias mais financeiramente saudáveis do setor, a Cerradinho é uma das que não poderão direcionar sua matéria-prima para a fabricação de açúcar. O grupo possui uma única usina, localizada em Chapadão do Céu (GO), onde produz etanol de cana-de-açúcar e de milho.

No começo do mês, a companhia foi colocada em “creditwatch negativo” pela S&P Global Ratings. Isso significa que a agência de classificação de risco acredita que um rebaixamento pode ocorrer nas próximas semanas: “A Cerradinho está altamente exposta ao atual cenário desfavorável e sem flexibilidade para adequar seu mix ao açúcar, o que tem impedido uma elevação em sua avaliação do perfil de risco de negócios e ratings”.

Em relatório, a S&P pondera que a Cerradinho não depende exclusivamente dos rendimentos do biocombustível, comercializando também energia elétrica, DDG e óleo de milho. Isso, contudo, não seria suficiente para proteger a companhia.

A Cerradinho, por sua vez, afirma que segue atuando normalmente. “O grupo está atento aos mais variados tipos de cenários e obrigações, garantindo a manutenção saudável de suas atividades e a preservação dos acordos comerciais com fornecedores”, afirma e complementa: “Cabe ressaltar que a Cerradinho conta com uma rígida governança corporativa, aliada ao conselho de administração e a um plano de negócios extremamente robusto”.

A companhia ainda reforça que suas atividades foram consideradas pelo governo brasileiro como essenciais para a sociedade. Por conta disso, foram adotadas diversas medidas preventivas para que os funcionários possam prosseguir com os trabalhos na usina. “A Cerradinho acredita que tais ações possibilitam resguardar a saúde e segurança de seus colaboradores, parceiros de negócios e comunidade”, conclui.

Medidas de combate ao coronavírus e à insegurança

Em meio ao cenário de incertezas trazidos pela situação delicada do mercado, a Cosan divulgou um comunicado em que afirma que não irá reduzir seu quadro de funcionários e nem de suas empresas controladas, o que inclui as usinas da Raízen. A companhia ainda reforçou que a manutenção dos empregos tem o objetivo de manter os sistemas logísticos e de energia em funcionamento em meio à crise do coronavírus.

Lorencatto, da Coruripe, relata que sentiu “inquietação” entre os trabalhadores das usinas. Por conta disso, a companhia decidiu divulgar internamente um comunicado em que garante para seus 9.500 funcionários que não haverá demissões. “A gente não sabe quais serão os próximos passos do governo e qual será gravidade da pandemia, mas, se a usina puder ficar aberta, não vai ter parada e nem demissões”, afirma.

Além disso, ao optar por operar durante a epidemia de covid-19, as sucroenergéticas precisaram realizar uma série de adaptações em suas atividades. De acordo com a BP Bunge, isso envolveu a adoção de diversos protocolos de saúde e segurança para prevenção e combate à doença.

A Atvos – que vive um debate pelo controle da empresa enquanto aguarda a aprovação de seu plano de recuperação judicial por parte de seus credores – ressalta que segue em operação em todas as suas unidades e que, para isso, intensificou as medidas de prevenção tanto na área industrial quanto na agrícola. Entre as ações adotadas estão a medição diária da temperatura corporal de funcionários da empresa e de trabalhadores terceirizados e a disponibilização de álcool em gel em todos os ambientes.

Além disso, motoristas receberam itens de proteção e todos foram orientados a higienizar as mãos com álcool antes do embarque. Segundo a companhia, todas as máquinas e equipamentos da frota foram equipadas com um kit de limpeza.

A Atvos ainda relata que foram afastados colaboradores que fazem parte de grupos de risco, como pessoas acima de 60 anos, gestantes e portadores de doenças crônicas. Ao mesmo tempo, parte da equipe passou a trabalhar remotamente, enquanto profissionais que precisam comparecer nas unidades foram distribuídos em turnos. As regras de funcionamento do refeitório também foram adaptadas. Por sua vez, viagens, eventos, treinamentos, entrevistas de recrutamento e seleção, e reuniões com público externo à empresa foram cancelados.

Já a Tereos relata que, entre uma série de medidas, adotou o uso de máscaras para os funcionários e suspendeu a entrada de visitantes, seguindo rigorosamente as recomendações das autoridades de saúde. “As operações da companhia, por serem consideradas atividades essenciais, continuam normalmente em suas sete unidades no noroeste do estado de São Paulo”, garante a empresa.

Outra ação realizada foi a criação de postos de orientação para os colaboradores, onde também é realizada a medição da temperatura. “O acesso nas usinas está restrito a prestadores de serviços essenciais para a operação, que também passam por medição de temperatura e um questionário de avaliação de suas condições de saúde”, completa.

Renata Bossle – NovaCana

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