Na média, empresas apostam em superávit de 2,03 milhões de toneladas para 2018/19 e déficit de 3,08 milhões para 2019/20
Atualização (31/05, às 14h30): A Agroconsult realizou uma atualização em seus números pouco dias após o contato feito pela equipe de reportagem do NovaCana. O texto e os gráficos abaixos foram alterados para trazer os dados mais recentes.
Quando empresas e consultorias especializadas arriscam números a respeito da relação entre produção e consumo no mercado global de açúcar – prevendo déficits ou superávits na temporada atual e em futuras –, é possível observar tanto tendências quanto discrepâncias. Do otimismo ao pessimismo, são as análises a respeito deste mercado que dão segurança para os investimentos e a aplicação de estratégias no setor de açúcar.
No levantamento sobre o balanço global de açúcar feito pelo NovaCana em novembro de 2018, 18 empresas e consultorias confirmaram a perspectiva de superávit para a temporada global 2017/18 (outubro a setembro); na média, a previsão era de um excedente de 11,3 milhões de toneladas. Já para a safra global 2018/19, duas consultorias arriscaram um déficit enquanto outras 16 ainda acreditavam no superávit, resultando na perspectiva média de um excedente de 3,2 milhões de toneladas.
O panorama segue similar na mais recente sondagem realizada pelo NovaCana. Três das 15 empresas consultadas esperam por déficit no ciclo 2018/19, enquanto 12 estimam um superávit.
O número mais elevado é da S&P Global Platts, que projetou 6,84 milhões de toneladas superavitárias no relatório lançado em abril deste ano. Já os déficits estimados são baixos e não passam das 500 mil toneladas estimadas pela Sucden. Com isso, na média, as entidades estimam um excedente modesto para a safra global corrente, de 2,03 milhões de toneladas.
Apesar das discordâncias, há um consenso de que a próxima temporada caminha para um déficit. No compilado anterior, seis consultorias arriscaram números e, na média, o déficit seria 4,2 milhões de toneladas.
Agora, 12 empresas estimaram produções abaixo do consumo, com números entre 160 mil toneladas e 10,19 milhões de toneladas. O primeiro valor é do Departamento de Recursos de Agricultura e Água do governo da Austrália (Abares), divulgado em abril, e o segundo é da TRS, lançado em maio.
Considerando a média das projeções, a temporada deve ser deficitária em 3,08 milhões de toneladas de açúcar.
Confira os detalhes das projeções na reportagem a seguir, com gráficos comparativos das 15 consultorias analisadas, além de gráficos sobre preço e tabelas com estimativas anteriores de:
- Abares
- Agroconsult
- Alvean
- Czarnikow
- Datagro
- F.O. Licht
- Green Pool
- INTL FCStone
- ISO
- LMC
- Platts
- Rabobank
- Sucden
- TRS
- USDA
Atualização (31/05, às 14h30): A Agroconsult realizou uma atualização em seus números pouco dias após o contato feito pela equipe de reportagem do NovaCana. O texto e os gráficos abaixos foram alterados para trazer os dados mais recentes.
Quando empresas e consultorias especializadas arriscam números a respeito da relação entre produção e consumo no mercado global de açúcar – prevendo déficits ou superávits na temporada atual e em futuras –, é possível observar tanto tendências quanto discrepâncias. Do otimismo ao pessimismo, são as análises a respeito deste mercado que dão segurança para os investimentos e a aplicação de estratégias no setor de açúcar.
No levantamento sobre o balanço global de açúcar feito pelo NovaCana em novembro de 2018, 18 empresas e consultorias confirmaram a perspectiva de superávit para a temporada global 2017/18 (outubro a setembro); na média, a previsão era de um excedente de 11,3 milhões de toneladas. Já para a safra global 2018/19, duas consultorias arriscaram um déficit enquanto outras 16 ainda acreditavam no superávit, resultando na perspectiva média de um excedente de 3,2 milhões de toneladas.
O panorama segue similar na mais recente sondagem realizada pelo NovaCana. Três das 15 empresas consultadas esperam por déficit no ciclo 2018/19, enquanto 12 estimam um superávit.
O número mais elevado é da S&P Global Platts, que projetou 6,84 milhões de toneladas superavitárias no relatório lançado em abril deste ano. Já os déficits estimados são baixos e não passam das 500 mil toneladas estimadas pela Sucden. Com isso, na média, as entidades estimam um excedente modesto para a safra global corrente, de 2,03 milhões de toneladas.

Apesar das discordâncias, há um consenso de que a próxima temporada caminha para um déficit. No compilado anterior, seis consultorias arriscaram números e, na média, o déficit seria 4,2 milhões de toneladas.
Agora, 12 empresas estimaram produções abaixo do consumo, com números entre 160 mil toneladas e 10,19 milhões de toneladas. O primeiro valor é do Departamento de Recursos de Agricultura e Água do governo da Austrália (Abares), divulgado em abril, e o segundo é da TRS, lançado em maio. A única exceção entre as empresas consultadas é o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que projeta um excedente de 6.8 milhões de toneladas.

Considerando a média das projeções, a temporada deve ser deficitária em 3,08 milhões de toneladas de açúcar.
Produções menores em 2018/19
O total de açúcar fabricado no mundo em 2018/19 foi estimado em 178,68 milhões de toneladas pela Organização Internacional do Açúcar (ISO). O montante está abaixo da previsão anterior do órgão de 180,49 milhões de toneladas.
Em fevereiro deste ano, a entidade estimou um excedente de 641 mil toneladas devido a, principalmente, uma revisão para baixo nas previsões de produção para o Brasil e a União Europeia, ainda que a estimativa para a produção da Tailândia tenha aumentado.
Já a S&P Global Platts – que previu, em abril, 6,84 milhões de toneladas superavitárias – espera um aumento produtivo na Tailândia, na China e em El Salvador. O volume deve ser parcialmente compensado por uma possível redução em Cuba.

Na Índia, a produção estimada pela ISO é de 32 milhões de toneladas em 2018/19, mas a entidade alerta: “Se a previsão se mostrar excessivamente otimista, uma redução na produção real da Índia pode ter consequências significativas no cenário global”.
O Rabobank, por sua vez, estima uma produção ainda maior para a temporada indiana, de 34 milhões de toneladas. Segundo a Indian Sugar Mills Association (Isma), em relatório divulgado pelo banco holandês, o ritmo da safra no país está mais intenso.
Para o analista de mercado, comércio internacional e desenvolvimento Ben Fessler, da Czarnikow, a Índia precisa exportar mais açúcar. De acordo com ele, a expectativa do governo de exportar 5 milhões de toneladas não foi bem-sucedida, ainda que com inúmeros incentivos. Isso ocorreu porque os preços domésticos, também determinados pelo governo, aumentaram, desestimulando negociações. “A Índia é um produtor de alto custo. Com os baixos preços mundiais atuais, não há como exportar sem perdas”, expressa.
O gerente regional da Alvean em Miami, Robert Huff, concorda. Para ele, sem os vários subsídios, a produção de açúcar indiana provavelmente estaria mais perto do nível de consumo, 26 milhões de toneladas. Ele estimou a fabricação de 31,5 milhões de toneladas na temporada 2018/19.
De acordo com Huff, os produtores plantarão cana mesmo que não sejam remunerados imediatamente, já que os preços pagos são estipulados pelo governo. Assim, quedas na produção de cana na Índia seriam resultantes do clima e não de uma decisão por produzir menos.
Já na Tailândia, conforme o Rabobank, a expectativa é de uma moagem de cana 15% acima da registrada na temporada anterior. Ainda assim, a previsão é de 14,6 milhões de toneladas de açúcar, 1,1 milhões abaixo do recorde registrado em 2017/18. A Platts, que estima a mesma produção de açúcar, prevê um crescimento de sete milhões de toneladas na moagem, alcançando 133 milhões de toneladas na atual temporada.
Na China, a estimativa de produção do banco holandês é entre 10,3 milhões e 10,5 milhões de toneladas da commodity para a atual temporada. De acordo com o Rabobank, houve um aumento da área plantada de beterraba ao norte do país, mas as chuvas e temperaturas baixas afetaram a produção de cana em Guangxi, região autônoma chinesa.
Segundo a ISO, a maior parte do açúcar chinês produzido nesta temporada veio da cana-de-açúcar das províncias do sul, totalizando cerca de 8,58 milhões de toneladas até 31 de março, um aumento de 195,9 mil toneladas em relação ao ano anterior. O restante foi produzido a partir da beterraba sacarina nas províncias do norte do país.
Déficit certo para 2019/20
A princípio, o mercado não esperava voltar ao déficit após apenas duas temporadas excedentes, mas as quedas acentuadas dos preços no ano passado, chegando a um valor abaixo dos custos das usinas, estimularam uma redução da produção em muitas regiões. “O tamanho do excedente no ano-safra 2017/18 foi tão grande que forçou uma mudança rápida”, expressa a Green Pool em conteúdo divulgado pela Reuters em fevereiro.

Logo, o sentimento geral caminha para uma produção abaixo do consumo já na próxima temporada. Em maio, durante a conferência Sugar & Ethanol Brazil 2019, a consultoria F.O. Litch divulgou uma estimativa de déficit de 1,7 milhão de toneladas em 2019/20.
Segundo o analista sênior de commodities da empresa europeia, Stefan Uhlenbrock, dentre as causas para essa queda está a migração dos produtores tailandeses para outras culturas, já que os preços estão próximos das mínimas nos últimos dez anos. Além do preço baixo, que também impacta a produção indiana, as secas ainda tendem a reduzir a produção.
O Rabobank estima um déficit maior, de 4,3 milhões de toneladas, similar à Sucden, que previu uma produção 4 milhões de toneladas abaixo do consumo para a temporada 2019/20. As justificativas são semelhantes às da F.O. Licht, incluindo a projeção de uma redução produtiva na União Europeia.
A Sucden espera por uma diminuição de 5% da área plantada de beterraba no bloco como reação à queda do preço do adoçante na região. Para o Rabobank, esta redução deve ser de 10%, mas a região ainda deve atingir uma produção entre 17 milhões e 18 milhões de toneladas de açúcar, considerando que o rendimento médio seja alcançado – o que não foi possível na safra 2018/19 devido ao tempo seco.
Em contrapartida, o USDA acredita que a União Europeia produzirá 1,3 milhões de toneladas de açúcar a mais, alcançando 19,4 milhões de toneladas. O principal motivo seria justamente o retorno aos rendimentos médios em comparação com a safra anterior.
O USDA ainda aposta em um superávit de 4,97 milhões de toneladas na temporada. O resultado é derivado de um aumento de 2 milhões de toneladas na produção global, chegando a 181 milhões, impulsionado por uma produção maior no Brasil e na União Europeia, que compensariam a redução na Índia.

Por sua vez, a LMC Internacional enxerga que sua previsão de déficit de 3 milhões de toneladas para a temporada 2019/20 é “modesta”. Segundo o diretor da consultoria britânica, Gareth Forber, o número foi calculado considerando um “clima normal”. Ele ainda aposta que Brasil, Tailândia e União Europeia tendem a reduzir a área plantada de cana na temporada.
Considerando a produção mundial, a F.O. Litch estima uma queda de 1,2 milhão de toneladas em 2019/20, totalizando 185,1 milhões de toneladas de açúcar. Já a FCStone projeta uma queda de 1,9%, para 182,2 milhões de toneladas do adoçante. A empresa também visualiza um déficit considerável para a temporada, de 5,7 milhões de toneladas.

Definição depende da Índia e da Tailândia
Na Índia, conforme a F.O. Licht, a previsão para 2019/20 é de uma diminuição da produção para 29,4 milhões de toneladas, contra o recorde de 33 milhões de toneladas em 2018/19. Os volumes estão próximos aos estimados pela Sucden, que enxerga uma produção entre 26 milhões e 27 milhões de toneladas, ante as 31,7 milhões esperadas para a temporada 2018/19.
Para o USDA, a queda será de 8,4%, chegando a 30,3 milhões de toneladas. Já o Rabobank acredita que a diminuição entre as duas temporadas será de menos de 6,5%, de 34 milhões para 31,8 milhões de toneladas. Por fim, Jose Orive, da ISO, aponta que o país deverá ter uma redução de 3 milhões de toneladas em sua produção na temporada 2019/20.
A Green Pool justifica a expectativa de queda ao argumentar que, na Índia, o plantio será menor devido ao tempo seco pré-monções e que, além das exportações estarem menores que o previsto, governo e usinas estariam pressionados.
A estimativa também é de queda na produção na Tailândia, para 12,7 milhões de toneladas, ante os 14,6 milhões de toneladas da temporada anterior, conforme a F.O. Licht. O USDA projeta uma queda menor para o país, que produziria 13,9 milhões de toneladas no período.
A Sucden tem valores próximos e associa a redução à migração dos agricultores para outras culturas. Segundo o trader Eduardo Sia, um dos representantes da empresa francesa no Brasil, os preços internos caíram cerca de 20% quando o governo tailandês ajustou os subsídios para o setor no país, a fim de cumprir o acordo estabelecido com a Organização Mundial do Comércio (OMC).
A perspectiva do Rabobank corrobora com as consultorias, com o banco projetando preços mais baixos para a cana e mais altos para a mandioca, fator que estimula a migração produtiva para a cultura mais rentável.
Peso da produção brasileira
Além de considerar Índia e Tailândia, a F.O. Licht ainda pontua o impacto brasileiro no déficit global. Segundo a empresa, as usinas seguirão dando preferência à produção de etanol em detrimento do adoçante. Para o analista Stefan Uhlenbrock, a produção nacional crescerá apenas modestamente, depois de ter caído em 2018/19, e apenas 37% da cana deve ser direcionada para a fabricação de açúcar.
Em relatório, o Rabobank detalha os caminhos da atual safra brasileira, que já entrou na temporada 2019/20. Após a seca de dezembro e janeiro, que geraram incertezas quanto ao rendimento da cana-de-açúcar, as chuvas entre fevereiro e março trouxeram um alento neste quesito. Porém, elas ainda não aliviaram completamente a preocupação com a qualidade da cana.
O banco, dessa forma, espera por uma moagem de 650 milhões a 570 milhões de toneladas de cana em 2019/20, com uma fabricação de açúcar entre 28 milhões e 29 milhões de toneladas, o que representa um crescimento ante as 26,5 milhões de toneladas vistas em 2018/19.
Já o USDA é mais otimista quanto à produção brasileira, projetando 32 milhões de toneladas de açúcar. O motivo seria a perspectiva de clima seco para os próximos meses, o que deve aquecer a colheita de cana-de-açúcar. O departamento também espera uma recuperação do mix para o adoçante, que subiria para 38%.
O NovaCana realizou um levantamento sobre a produção brasileira de cana, açúcar e etanol na safra 2019/20, com a participação de 24 empresas entre bancos, consultorias especializadas e usinas. Para acessar, clique aqui.
Preços em recuperação
À medida em que a perspectiva de déficit se aproxima de um consenso, as consultorias também passam a acreditar em uma melhora nos preços internacionais do açúcar. Porém, de acordo com Uhlenbrock, da F.O. Licht, os preços terão de ultrapassar 13 centavos de dólar por libra-peso na bolsa de Nova York para que as usinas brasileiras voltem a considerar a produção de açúcar vantajosa.
Para os próximos meses, o Rabobank enxerga que os preços devem variar entre cU$ 11,5/lb e cU$ 14/lb. Se ficarem abaixo dos cU$ 11/lb, o banco aponta que a consequência seria a desaceleração ou até mesmo pausa das exportações indianas; já acima dos cU$ 14/lb, haveria possibilidade de crescimento da oferta no Brasil.
Segundo o Abares, os preços devem cair para cU$ 12,5/lb na temporada 2018/19. Como a entidade espera que haja superávit no ciclo vigente, haverá aumento dos estoques e pressão para baixo nos valores. “A volatilidade dos preços em curso é esperada a curto prazo devido à crise de liquidez que se desdobra na indústria açucareira indiana. A situação é o resultado dos pagamentos atrasados das usinas aos produtores de cana”, expressa relatório da entidade, divulgado em maio.

Para ajudar as usinas, o governo indiano aumentou os preços domésticos de adoçante e do etanol. Com a medida, a expectativa do mercado é de uma redução das exportações indianas, que ficariam abaixo da cota de 5 milhões de toneladas determinada pelo governo.
Já para 2019/20, o Abares enxerga recuperação nos preços para cU$ 13/lb. Considerando condições sazonais médias nos principais produtores mundiais, a produção deve ficar abaixo do consumo, dando maior sustentação aos preços.
A trading Alvean, por sua vez, acredita que as supersafras na Tailândia e na Índia pressionem os contratos futuros. Além disso, os preços mais elevados do petróleo e o real mais fraco tornam o etanol mais competitivo no Brasil, valorizando a produção do biocombustível em detrimento do adoçante.
O presidente da companhia, Paulo Roberto de Souza, reforça essa perspectiva: “Se o real se desvalorizar muito, isso vai afetar os preços em Nova York. O mesmo acontece se, por algum motivo, o petróleo cair nesse período. Essas duas coisas têm uma correlação muito forte com os preços do açúcar”, expressa.
Consumo cresce menos
Além da produção, outro aspecto que mexe com os resultados do balanço de açúcar são as mudanças nas perspectivas de consumo. De maneira geral, há a perspectiva de uma desaceleração na tendência de crescimento do indicador, motivada principalmente por questões de saúde.
Segundo a ISO, o consumo global foi de 178,04 milhões de toneladas em 2018/19, um aumento de 1,63% em relação à temporada anterior – resultado marginalmente abaixo da média de 10 anos, de 1,67%.
Já o Abares estima um consumo mais elevado para a mesma temporada, 186 milhões de toneladas, e duas toneladas a mais no ciclo 2019/20. A entidade estima que, até 2023/24, o consumo chegará em 195 milhões de toneladas.

Um dos impactos no consumo, conforme o departamento australiano, é que o crescimento da demanda em economias avançadas, como o Japão, seguirá limitado pela desaceleração do crescimento populacional.
De acordo com a entidade, o crescimento deve ocorrer em países de economia emergente e em desenvolvimento, onde o crescimento da renda da população é acompanhado pela urbanização, o que gera aumento no consumo de alimentos e bebidas processadas. Por outro lado, no geral, a taxa de crescimento do consumo mundial por pessoa deve ser atenuada pela maior conscientização sobre a saúde.
Impostos sobre o açúcar, ainda de acordo com o Abares, também tendem a limitar o crescimento da demanda. Essas taxas se tornaram lei em nove países nos últimos dois anos – Índia, Irlanda, Filipinas, Portugal, Arábia Saudita, África do Sul, Sri Lanka, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido –, além de estarem em vias de implementação na Malásia e na Tailândia.
Para Uhlenbrock, da F.O. Licht, estes impostos afetam a demanda que, normalmente, não é tão discutida quanto a produção ou as exportações.
NovaCana DATA
Gabrielle Rumor Koster – NovaCana