Segundo palestrantes da Conferência NovaCana 2025, a exportação brasileira do biocombustível seria uma “última opção”
Por mais que as usinas de cana mantenham seu mix produtivo focado na fabricação de açúcar, o volume de etanol ofertado no Brasil tende a aumentar pelos próximos anos devido à expansão do número de plantas que utilizam outras matérias-primas, como milho, trigo e sorgo.
Durante a Conferência NovaCana, os palestrantes do painel “O futuro do etanol no Brasil: desafios, oportunidades e a ascensão do etanol de cereais” refletiram sobre como será possível absorver este incremento de volume do biocombustível.
A diretora executiva do Movimento Mato Grosso Competitivo, Vanessa Gasch, foi a moderadora do debate e destacou que, apesar de existirem possibilidades, ainda há muita dúvida a respeito de como superar este gargalo no setor.
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