Entre 30 e 60 milhões de toneladas devem ficar no campo em 2026/27, gerando desafios para as indústrias
Nem toda a cana-de-açúcar disponível no campo sairá dele nesta temporada e as chuvas são o principal motivo. Entre os impactos esperados para o próximo ciclo estão a necessidade de organizar a matéria-prima bisada no planejamento industrial das usinas e a própria dificuldade de cristalização.
Estes e outros fatores foram discutidos por três tradings em evento promovido pela Datagro. Para Louis Dreyfus Company (LDC) e Sucden Brasil, os canaviais do Centro-Sul podem chegar a produzir 675 milhões de toneladas, mas parte dela permanecerá de pé no ciclo 2026/27.
O diretor geral da Sucden Brasil, Jeremy Austin, acredita que a safra deve se estender até o final de dezembro, com entre 615 e 625 milhões de toneladas de cana moídas. Com isso, cerca de 60 milhões de toneladas seriam bisadas.
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