Órgão definiu que a obra precisa de novos projetos arqueológicos antes do começo das obras; início das operações está previsto para 2026
Com o início das atividades marcado para 2026, a primeira usina de etanol de milho de Rondônia ainda está realizando projetos e relatórios arqueológicos, seguindo as normas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Segundo o site da Usina de Etanol de Rondônia (UER), o investimento na construção chega a R$ 420 milhões.
Depois de realizar os primeiros estudos, que foram entregues em novembro de 2023, o empreendimento foi reenquadrado para o terceiro nível pelo Iphan, que prevê um novo projeto de avaliação de impacto arqueológico e, ainda, procedimentos subsequentes.
Conforme o Iphan, um empreendimento com essa classificação tem interferência de média a alta sobre as condições do solo, envolvendo grandes áreas de intervenção e/ou uma flexibilidade limitada para alterações de localização e traçado.
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