No acumulado, usinas obtiveram R$ 3,53 bilhões via BNDES ao longo do ano; maior fatia foi para fabricação de açúcar
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) segue firme como uma das principais fontes de financiamento do setor de açúcar e etanol. No início de junho, por exemplo, a FS obteve R$ 500 milhões de recursos via o banco de fomento. Alguns dias depois, a Bioenergética Aroeira divulgou que captou R$ 618 milhões.
Inclusive, somente no primeiro trimestre de 2026, R$ 2,47 bilhões já foram contratados – valor pouco abaixo do total adquirido pelas usinas em todo o ano de 2023, de R$ 2,71 bilhões.
Ainda que o montante financeiro concedido pelo banco público seja relevante para o setor de açúcar e etanol, este valor caiu em 2025 no comparativo com um ano antes. Foram R$ 3,53 bilhões disponibilizados, 15,5% abaixo dos R$ 4,18 bilhões de 2024.
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