O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) segue como uma das principais fontes de recursos para as sucroenergéticas investirem em novas unidades, renovação industrial e no campo. O montante captado pelas usinas, inclusive, registra três aumentos anuais consecutivos.
Em 2024, o banco disponibilizou R$ 4,18 bilhões ao setor, alta de 54,2% em relação aos R$ 2,71 bilhões vistos no ano anterior. Ao todo, foram financiados 286 projetos.
Este é o maior valor contabilizado na última década, demonstrando que o setor está otimista para realizar novos investimentos com apoio do banco de fomento. Ainda assim, o montante está distante do recorde registrado em 2010, quando as sucroenergéticas captaram R$ 8,56 bilhões junto ao BNDES.
O acréscimo atual foi impulsionado pela área industrial, que mais que dobrou o valor de seus contratos, somando R$ 3,75 bilhões (+118,7%). Esses recursos foram destinados principalmente para implementação de unidade; expansão ou modernização industrial; e fabricação de açúcar.
Com oito contratos de expansão e modernização e um para implantação de unidade, a usina Lucas do Rio Verde, localizada na cidade mato-grossense homônima e pertencente ao grupo FS, foi a líder na lista de empréstimos realizados em 2024. Somando todos os projetos, a companhia de etanol de milho financiou R$ 963,85 milhões.
No ano anterior, a unidade contratou R$ 100 milhões na modalidade de ativos financeiros, vinculada ao RenovaBio. Antes disso, a companhia não teve outros contratos com o banco.
Confira no texto completo, exclusivo para assinantes, mais detalhes a respeito dos financiamentos contratados pelas sucroenergéticas via BNDES em 2024, assim como gráficos e análises completas contendo:
- Ranking das 20 empresas que financiaram os maiores valores
- Lista dos maiores grupos contratantes
- Setores e destinação de recursos
- Investimentos na indústria e no campo
- Modalidades dos contratos firmados
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR