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[Ranking] As 50 empresas que mais exportaram açúcar em 2016

usina-de-acucar 300317No ano passado, o Brasil registrou um volume recorde de açúcar exportado, com 28,9 milhões de toneladas sendo levadas para fora das fronteiras do país. Esse resultado confirma que as usinas aproveitaram o bom momento para a venda da commodity. A seguir: Ranking das 50 maiores exportadoras de açúcar do Brasil; Marketshare das maiores companhias; As empresas que ganharam e perderam participação no mercado em 2016; Volume exportado por empresa

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No ano passado, o Brasil registrou um volume recorde de açúcar exportado, com 28,9 milhões de toneladas sendo levadas para fora das fronteiras do país. Esse resultado confirma que as usinas aproveitaram o bom momento para a venda da commodity, que registrou uma alta de preços em meio a um contexto de déficit mundial de produção em relação à demanda de consumo.

A liderança das exportações brasileiras de açúcar é da Raízen, com 3,33 milhões de toneladas – ou 11,5% do total comercializado pelo Brasil. O resultado não é uma novidade, uma vez que a empresa já ocupava essa posição em anos anteriores. Em 2015, a Raízen havia exportado 2,88 milhões de toneladas (12% do total), de modo que o último ano apresentou um crescimento de 15,8% no volume exportado pela companhia.

Já a Copersucar se manteve em segundo lugar, mas com uma queda forte no volume exportado, de 25%.

Os detalhes na reportagem abaixo:

- Ranking das 50 maiores exportadoras de açúcar do Brasil

- Marketshare das maiores companhias

- As empresas que ganharam e perderam participação no mercado em 2016

- Volume exportado por empresa

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No ano passado, o Brasil registrou um volume recorde de açúcar exportado, com 28,9 milhões de toneladas sendo levadas para fora das fronteiras do país. Esse resultado demonstra que as usinas aproveitaram o bom momento para a venda da commodity, que registrou uma alta de preços em meio a um contexto de déficit mundial de produção em relação à demanda de consumo.

Segundo dados da agência marítima Williams Brasil, que monitora as exportações feitas por meio de navios, a liderança das exportações brasileiras de açúcar é da Raízen, com 3,33 milhões de toneladas – ou 11,5% do total comercializado pelo Brasil. O resultado não é uma novidade, uma vez que a empresa já ocupava essa posição em anos anteriores. Em 2015, a Raízen havia exportado 2,88 milhões de toneladas (12% do total), de modo que o último ano apresentou um crescimento de 15,8% no volume exportado pela companhia.

Esse aumento, aliás, ajudou a distanciar ainda mais a empresa da segunda colocada entre as exportadoras: a Copersucar. A trading, que comercializa a produção de 35 usinas de 21 grupos diferentes, manteve-se na segunda posição. Entretanto, o volume total de açúcar exportado diminuiu 24,7% na comparação anual, indo de 2,79 milhões para 2,10 milhões de toneladas. Com isso, o marketshare da companhia entre as exportadoras também caiu, passando de 11,6% em 2015 para 7,3% em 2016.

Santa Terezinha, Biosev e São Martinho completam a lista das cinco principais exportadoras de açúcar do Brasil. Todas essas companhias mantiveram suas posições estáveis na lista, com crescimentos no volume exportado. Elas também apresentaram leves crescimentos em suas participações de mercado: a Santa Terezinha passou de 5,2% para 5,5%; a Biosev foi de 4,3% para 4,9% e a São Martinho evoluiu de 4,0% para 4,1%.

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A partir da sexta posição do ranking, as empresas exportadoras de açúcar começaram a apresentar um sobe e desce. Um dos maiores destaques é a Sucden, que subiu o montante comercializado de 688,2 milhões para 1,05 bilhão (+52,7%).

Em compensação, a Abengoa caiu da 16ª para a 50ª posição do ranking, diminuindo em 66,6% seu volume exportado. A empresa, que havia comercializado 329,7 milhões de toneladas de açúcar em 2015, vendeu apenas 110,2% em 2016.

Por sua vez, a Noble apresentou uma grande queda em seu volume comercializado (-80,6%), como já era esperado. As usinas da companhia foram incorporadas pela Cofco em dezembro de 2015, de modo que seus resultados de 2016 acabaram divididos entre as duas empresas. Caso as exportações da Noble e da Cofco fossem somadas, o total seria de 1,04 bilhão de toneladas, o suficiente para garantir a 7ª posição no ranking.

Outras empresas que aparecem pela primeira vez na relação – que considera apenas as exportações feitas nos porões de navios – são: Usina Batatais, que anunciou que deixaria a Copersucar em 2014; e a VA&E, que também se destacou entre as exportadoras de açúcar por contêiner.

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Renata Bossle – NovaCana

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