Números detalham os débitos por moeda e por vencimento, além de permitirem cálculo de alavancagem e de endividamento por moagem
Antes mesmo do encerramento oficial da safra 2025/26, em março deste ano, a Raízen divulgou ao mercado que havia protocolado um pedido de recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 65 bilhões em dívidas não operacionais. Na sequência, a joint venture de Shell e Cosan se sentou à mesa de negociação com os credores e, no começo de junho, obteve o apoio necessário para seu plano de recuperação.
Mas foi apenas em 30 de junho que a companhia apresentou seus números referentes ao quarto trimestre de 2025/26 e ao acumulado da temporada. Segundo esses dados, em 31 de março de 2026, a sucroenergética acumulava uma dívida líquida de R$ 58,23 bilhões, 69,9% superior à posição de um ano antes.
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