Após contabilizar lucro em 2022, companhia teve perdas de R$ 74,33 milhões no ano passado
Criada com foco no etanol de segunda geração (E2G), a GranBio se voltou ao longo do tempo para o desenvolvimento de tecnologias em biocombustíveis. Ainda assim, a usina Bioflex – empreendimento inicial, que não registra processamento de biomassa de cana-de-açúcar desde fevereiro de 2021 – pode voltar a operar.
Em seu mais recente relatório de resultados, a GranBio afirma que, em janeiro de 2023, contratou uma empresa de engenharia especializada para “desenvolvimento de projeto para aumento da capacidade produtiva de 30 milhões de litros por ano para 60 milhões de litros por ano a partir de 2026 e, potencialmente, 200 milhões de litros por ano a partir de 2027, combinando etanol 2G e 1G produzido a partir de melaço residual”.
Além disso, a GranBio informou que está negociando contratos de pré-venda de etanol como estratégia de antecipação de caixa para otimizar seu capital de giro e acelerar os investimentos em aumento de capacidade. O objetivo é o retorno das operações já durante a safra 2024/25.
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