De acordo com dados da ANP, sucroenergética utilizou 129,13 mil toneladas para a fabricação de etanol de segunda geração
Em 2016, um estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), estimava que a produção de etanol de segunda geração (E2G) seria rentável para as usinas a partir de 2023. Na ocasião, a entidade visualizava um futuro em que o biocombustível feito a partir do bagaço e da palha de cana-de-açúcar iria avançar sobre uma parcela do mercado do etanol de primeira geração.
“As unidades existentes somente atingirão a plena capacidade (245 milhões de litros) e custos competitivos para produção comercial a partir de 2023”, apostava a EPE. Para os anos seguintes, a perspectiva era de ampliação, alcançando a fabricação de 2,5 bilhões de litros em 2030.
A produção de E2G no ano passado, entretanto, somou 32,28 milhões de litros, ficando 86,8% abaixo da projeção governamental. O valor foi informado pela Raízen, única companhia com uma planta de E2G ativa durante 2023.
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