Empréstimos com BNDES, Banco Safra e Banco ABC Brasil foram autorizados pela diretoria da sucroenergética em junho e agosto
Ainda que o acesso ao crédito seja uma das grandes questões do setor sucroenergético, a Diana Bioenergia tem encontrado soluções. Na edição desta quarta-feira (2) do Diário Oficial de São Paulo, a companhia publicou atas de três reuniões em que a diretoria autorizou novos financiamentos.
A primeira destas reuniões aconteceu em 18 de junho, com o acréscimo de valores a três operações de crédito à exportação já existentes junto ao Banco Safra, além de um novo financiamento na mesma modalidade.
Segundo o texto publicado, os valores finais de cada um dos financiamentos, variam de R$ 1,76 milhão a R$ 2,6 milhões – e, no total, eles somam R$ 8,49 milhões. Os montantes adicionais se referem a créditos com vencimento em maio de 2021, enquanto o novo financiamento tem vencimento em junho do mesmo ano.
A segunda reunião, realizada 10 dias depois, também se refere a contratos de crédito à exportação. Neste caso, foi autorizado um valor de R$ 9,3 milhões, obtido com o Banco ABC Brasil.
Por fim, a terceira reunião aconteceu em 22 de agosto. Na ocasião, foi formalizado o crédito bancário de R$ 55,6 bilhões, feito com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes mesmo da publicação em Diário Oficial, este contrato já havia sido anunciado pela companhia.
No total, os valores obtidos com os três bancos somam R$ 73,39 milhões. Em todas as reuniões, a mesa era formada por Renata Sodré Viana Egreja Junqueira, na função de presidente, e por Ricardo Martins Junqueira, como secretário.
Leia a reportagem completa para saber mais sobre a destinação dos recursos.
Ainda que o acesso ao crédito seja uma das grandes questões do setor sucroenergético, a Diana Bioenergia tem encontrado soluções. Na edição desta quarta-feira (2) do Diário Oficial de São Paulo, a companhia publicou atas de três reuniões em que a diretoria autorizou novos financiamentos.
A primeira destas reuniões aconteceu em 18 de junho, com o acréscimo de valores a três operações de crédito à exportação já existentes junto ao Banco Safra, além de um novo financiamento na mesma modalidade.
Segundo o texto publicado, os valores finais de cada um dos financiamentos, variam de R$ 1,76 milhão a R$ 2,6 milhões – e, no total, eles somam R$ 8,49 milhões. Os montantes adicionais se referem a créditos com vencimento em maio de 2021, enquanto o novo financiamento tem vencimento em junho do mesmo ano.
A segunda reunião, realizada 10 dias depois, também se refere a contratos de crédito à exportação. Neste caso, foi autorizado um valor de R$ 9,3 milhões, obtido com o Banco ABC Brasil.
Por fim, a terceira reunião aconteceu em 22 de agosto. Na ocasião, foi formalizado o crédito bancário de R$ 55,6 bilhões, feito com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Antes mesmo da publicação em Diário Oficial, este contrato já havia sido anunciado pela companhia.
No total, os valores obtidos com os três bancos somam R$ 73,39 milhões. Em todas as reuniões, a mesa era formada por Renata Sodré Viana Egreja Junqueira, na função de presidente, e por Ricardo Martins Junqueira, como secretário.
Destino dos recursos
Ainda que não tenha publicado de que forma a empresa irá aplicar os créditos à exportação, a Diana Bioenergia divulgou mais detalhes sobre o financiamento contratado via BNDES. Segundo a ata, a empresa deu como garantia hipotecária o imóvel onde fica a usina, localizado em Avanhandava (SP).
Além disso, o valor será dividido em cinco partes. A menor delas – de R$ 4,615 milhões – será destinada a capital de giro.
Na sequência, R$ 10,759 milhões devem ser direcionados a investimentos para expansão da produção de açúcar e etanol. Conforme o texto, com este valor podem ser adquiridos máquinas e equipamentos, além da realização de obras, montagens, instalações e serviços técnicos especializados, desde que relacionados à modernização industrial da usina.
Além disso, R$ 11,94 milhões devem ser alocados para ampliar a capacidade de cogeração de energia elétrica da companhia, enquanto R$ 13,183 milhões serão investidos na modernização agrícola, com a aquisição de equipamentos, implementos agrícolas e veículos.
Por fim, R$ 15,103 milhões – obtidos de acordo com o regulamento do Programa de Apoio à Renovação de Novos Canaviais (Prorenova) – devem ser destinados ao replantio de até 1,59 mil hectares de canaviais, além da expansão de área em até 981,7 ha. Conforme estabelecido pelo programa, a Diana deve utilizar variedades de cana-de-açúcar protegidas nestes cultivos.
Renata Bossle – NovaCana