Outubro tem sido repleto de mudanças relevantes para a Zilor. No começo do mês, a companhia anunciou a venda da Biorigin, seu negócio de leveduras, para a empresa francesa Lesaffre por R$ 665 milhões. Já na última quinta-feira, 17, foi a vez da empresa comunicar a aquisição da usina Salto Botelho Agroenergia, da Amerra Capital Management, por R$ 600 milhões.
Na sequência destes anúncios, a Fitch Ratings avaliou o crédito da sucroenergética. Em relatório da última sexta-feira, 18, a agência de classificação de risco manteve a nota A, dada inicialmente em outubro de 2021. Ao mesmo tempo, a perspectiva da companhia foi atualizada de estável para positiva, indicando a possibilidade de uma elevação na próxima análise.
“A revisão da perspectiva para positiva reflete a contínua melhora da produtividade agrícola e do desempenho operacional da Zilor e a expectativa de fluxo de caixa livre (FCF) neutro a positivo a partir de 2026, o que deverá permitir que a companhia preserve conservadora estrutura de capital”, afirma a Fitch, em relatório.
Para saber mais, leia a reportagem completa (exclusiva para assinantes):
- Projeções de moagem e produtividade para a Zilor
- Perspectiva para resultados financeiros
- Comparativo com outras companhias do setor
- Estimativas de preços de produtos sucroenergéticos
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