Usina paulista amplia parceria com empresa do Reino Unido para ser uma das pioneiras na produção de etanol celulósico no BrasilLocalizada em Cerquilho (SP), a Usina Santa Maria deu um passo importante para entrar no promissor mercado do etanol de segunda geração.
Veja a seguir:
- Primeiro ministro David Cameron fala sobre a importância do acordo
- Programação da unidade: tamanho e prazos
- Detalhes do acordo: matéria-prima e gerenciamento da unidade
- As negociações que culminaram na formação da joint-venture
- José Pilon, diretor e presidente da Usina Santa Maria, fala sobre o projeto
A Usina Santa Maria, de Cerquilho (SP), fechou um acordo na última quinta-feira (11) com a TMO Renewables, desenvolvedora de tecnologias para biocombustíveis de segunda geração (2G) do Reino Unido, para a formação de uma joint-venture. O objetivo é construir uma usina comercial para a produção de etanol celulósico a partir de bagaço de cana-de-açúcar.
Foi firmado um Memorando de Entendimento com caráter vinculante para a construção da usina de etanol de segunda geração do Brasil. Pelos termos do memorando, a TMO, em empreendimento conjunto com a Usina Santa Maria, será a construtora, proprietária e operadora de uma planta piloto de etanol para converter bagaço de cana em etanol celulósico, com capacidade para 10 milhões de litros. A isso se seguirá a construção de uma planta industrial em escala plena. A unidade será erguida ao lado da Usina Santa Maria, em Cerquilho (SP), e está programada para entrar em operação em 2014.
Este não é o primeiro acordo entre as duas empresas, em setembro de 2012, a TMO assinou uma Carta de Intenções para o fornecimento de matéria-prima à empresa por longo prazo. O memorando assinado na semana passada garante um fornecimento de matéria-prima por 20 anos como parte da joint-venture para a construção da planta piloto.
As negociações começaram em setembro de 2012, quando a TMO participou de uma delegação de empresas britânicas ao Brasil chefiada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron.
Após o anúncio da parceria, na última quinta-feira, Cameron comentou: "Este é um grande exemplo de como as empresas britânicas podem lucrar com nossas missões comerciais e prosperar em mercados em crescimento."
"Este novo e promissor empreendimento é prova da expertise britânica em tecnologias pioneiras, como as de biocombustíveis", continuou o primeiro-ministro.
David Weaver, presidente executivo da TMO, exaltou a tecnologia da empresa: "Com dez anos de pesquisa e desenvolvimento, a TMO criou um processo líder de mercado para converter resíduos em biocombustíveis. Comprovamos agora a eficácia de nosso processo com a construção das primeiras usinas do gênero a converter resíduos em etanol em escala comercial."
A joint-venture é um novo marco na transformação da TMO de entidade de pesquisas em empresa integralmente comercial, sob a chefia de David Weaver, que ingressou na empresa em maio de 2012. O acordo criará empregos no Brasil e no Reino Unido.
José Pilon, diretor e presidente da Usina Santa Maria, disse: "Acredito que este seja um marco para a indústria de etanol e me sinto honrado e privilegiado em fazer parte deste momento. Esperamos que a TMO sinta o mesmo e esperamos novas oportunidades no futuro."
NovaCana
Com informações da assessoria de imprensa da TMO Renewables
- Primeiro ministro David Cameron fala sobre a importância do acordo
- Programação da unidade: tamanho e prazos
- Detalhes do acordo: matéria-prima e gerenciamento da unidade
- As negociações que culminaram na formação da joint-venture
- José Pilon, diretor e presidente da Usina Santa Maria, fala sobre o projeto
A Usina Santa Maria, de Cerquilho (SP), fechou um acordo na última quinta-feira (11) com a TMO Renewables, desenvolvedora de tecnologias para biocombustíveis de segunda geração (2G) do Reino Unido, para a formação de uma joint-venture. O objetivo é construir uma usina comercial para a produção de etanol celulósico a partir de bagaço de cana-de-açúcar.
Foi firmado um Memorando de Entendimento com caráter vinculante para a construção da usina de etanol de segunda geração do Brasil. Pelos termos do memorando, a TMO, em empreendimento conjunto com a Usina Santa Maria, será a construtora, proprietária e operadora de uma planta piloto de etanol para converter bagaço de cana em etanol celulósico, com capacidade para 10 milhões de litros. A isso se seguirá a construção de uma planta industrial em escala plena. A unidade será erguida ao lado da Usina Santa Maria, em Cerquilho (SP), e está programada para entrar em operação em 2014.
Este não é o primeiro acordo entre as duas empresas, em setembro de 2012, a TMO assinou uma Carta de Intenções para o fornecimento de matéria-prima à empresa por longo prazo. O memorando assinado na semana passada garante um fornecimento de matéria-prima por 20 anos como parte da joint-venture para a construção da planta piloto.
As negociações começaram em setembro de 2012, quando a TMO participou de uma delegação de empresas britânicas ao Brasil chefiada pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron.
Após o anúncio da parceria, na última quinta-feira, Cameron comentou: "Este é um grande exemplo de como as empresas britânicas podem lucrar com nossas missões comerciais e prosperar em mercados em crescimento."
"Este novo e promissor empreendimento é prova da expertise britânica em tecnologias pioneiras, como as de biocombustíveis", continuou o primeiro-ministro.
David Weaver, presidente executivo da TMO, exaltou a tecnologia da empresa: "Com dez anos de pesquisa e desenvolvimento, a TMO criou um processo líder de mercado para converter resíduos em biocombustíveis. Comprovamos agora a eficácia de nosso processo com a construção das primeiras usinas do gênero a converter resíduos em etanol em escala comercial."
A joint-venture é um novo marco na transformação da TMO de entidade de pesquisas em empresa integralmente comercial, sob a chefia de David Weaver, que ingressou na empresa em maio de 2012. O acordo criará empregos no Brasil e no Reino Unido.
José Pilon, diretor e presidente da Usina Santa Maria, disse: "Acredito que este seja um marco para a indústria de etanol e me sinto honrado e privilegiado em fazer parte deste momento. Esperamos que a TMO sinta o mesmo e esperamos novas oportunidades no futuro."
NovaCana
Com informações da assessoria de imprensa da TMO Renewables