Em setembro e outubro, seis grupos anunciaram emissões dos certificados, totalizando R$ 3 bilhões
O setor sucroenergético tende a buscar diferentes opções de crédito para investir em seus canaviais. Além de captar recursos diretamente com bancos já conhecidos pelo agronegócio, as companhias também podem atuar diretamente com o mercado de capitais.
“O agro cresceu mais rápido do que as fontes de financiamento tradicionais conseguiram acompanhar”, afirma o sócio e líder de agro da XP Inc, Pedro Freitas, em evento da Datagro. Segundo ele, o setor registrou um crescimento de 17% de receita nos últimos anos.
De acordo com Freitas, nos últimos doze meses, as sucroenergéticas captaram R$ 11 bilhões. Deste total, R$ 7,8 bilhões vieram de certificados recebíveis do agronegócio (CRAs); R$ 7,3 bilhões de debêntures; e R$ 500 milhões por meio do Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros).
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