Acompanhamento de resultado líquido, lucro bruto, Ebit, Ebitda e Ebitda ajustado permite entender a trajetória da companhia nos últimos sete anos
Uma mesma declaração apareceu tanto na mensagem da administração que acompanhou a divulgação dos resultados da Raízen referentes ao quarto trimestre de 2025/26 quanto na teleconferência com investidores: “Mantivemos foco absoluto naquilo que está sob nosso controle”.
A fala do CEO da companhia, Nelson Gomes, surge em um contexto já marcado pela recuperação extrajudicial, protocolada em março. Mas o sentimento é anterior a isso. Desde que assumiu o cargo, em novembro de 2024, o executivo tem atuado no que chama de “readequação de portfólio” e, em junho, ele estimava um impacto de R$ 12 bilhões.
Ainda assim, o quarto trimestre de 2025/26 teve um prejuízo líquido de R$ 7,33 bilhões, contribuindo para que o resultado acumulado da safra ficasse negativo em R$ 27,05 bilhões. Em comparação com um ano antes, o desempenho trimestral representa um avanço de 189% nas perdas; sob o ponto de vista anual, o déficit subiu 535,4%.
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