Números da gigante sucroenergética enfatizam as mudanças vividas nos últimos anos, especialmente após a abertura de capital
Apesar de ter contabilizado um prejuízo líquido de R$ 878,6 milhões no quarto trimestre de 2023/24, a Raízen registrou um resultado acumulado positivo de R$ 614,2 milhões no ano-safra e comemorou uma moagem recorde de 84,22 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Com isso, logo após a divulgação, as ações da companhia operaram em relativa estabilidade.
De acordo com um relatório do banco BTG Pactual, embora o Ebitda ajustado trimestral (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização e descontando fatores considerados relevantes pela empresa) tenha ficado 11% abaixo da expectativa do banco, a qualidade dos resultados foi “bem mais forte”.
Segundo o BTG, a disparidade entre a projeção e os resultados se deveu principalmente ao mercado de combustíveis, com destaque para a volatilidade econômica da Argentina. “Olhando para os negócios principais e para a orientação futura, há motivos para comemorar”, afirmam os analistas.
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