A recuperação da safra canavieira, prevista para a temporada vigente, deve resultar em uma maior produção de etanol, impulsionada por preços mais favoráveis em relação aos do açúcar.
A média das estimativas das 17 empresas consultadas pelo NovaCana é de que o mix de produção seja mais alcooleiro, com 52,5% da matéria-prima sendo direcionada para o etanol ao longo da temporada – ante 49,6% na safra anterior, finalizada em março. Com isso, o mix para o açúcar deve cair de 50,4% para 47,5%.
No caso do biocombustível, os dados indicam que serão produzidos 37,89 bilhões de litros, representando um aumento de 12,4% em relação ao ciclo anterior. Deste volume 27 bilhões de litros serão provenientes das usinas de cana (+10,1%) e os outros 10,89 bilhões de litros advindo das produtoras do biocombustível de milho (+18,5%).
No quesito anidro, o volume deve ser de 14,39 bilhões de litros (+11,6%), somando a média das visões para cana e milho. Já outros 23,6 bilhões de litros serão de hidratado (+13,3%).
Já a média para a produção de açúcar está em 39,6 milhões de toneladas, uma redução de 2,1% no comparativo com as 40,43 milhões de toneladas produzidas um ano antes. Em relação à média do levantamento feito pelo NovaCana em setembro, por sua vez, houve uma queda de 4,1% na previsão.
Confira, na versão completa (exclusiva para assinantes), os números de todas as empresas participantes em gráficos comparativos, além dos principais argumentos. Fazem parte do levantamento:
- Agroconsult
- Archer Consulting
- Bioagência
- Bradesco BBI
- BTG Pactual
- Conab
- Czarnikow
- Datagro
- FG/A
- Green Pool
- Hedgepoint Global Markets
- Itaú BBA
- Pecege Consultoria e Projetos
- Safras & Mercado
- SCA
- StoneX
- USDA
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