A média diária de importação de gasolina pode quase dobrar este ano em relação ao ano passado.A média diária de importação de gasolina pode quase dobrar este ano em relação ao ano passado. A afirmação foi feita ontem pela presidente da Petrobras, Graça Foster. Segundo a executiva, a média diária, em 2012, deve ficar entre 80 mil e 90 mil barris de gasolina contra os 43 mil barris registrados no ano passado. Graça afirmou que, em novembro, a petroleira importou média de 80 mil barris de gasolina por dia, e esse volume deve aumentar em dezembro por causa das férias de fim do ano.
"[A importação] continua muito forte", disse Graça Foster, após participar da abertura do Encontro Nacional da Mulher, Ciência e Tecnologia, no Rio de Janeiro. "Até o fim do ano a tendência é [que as importações] fiquem no mínimo como estão, cair não vão cair", frisou.
A crescente necessidade de importação de gasolina e diesel e a alta do preço do barril do petróleo no mercado internacional levou a analistas e investidores da Petrobras a passarem o ano pedindo à companhia reajustes dos preços dos combustíveis, alegando defasagem de preços comparados aos praticados no exterior. Ontem, Graça reiterou que não há data para reajuste. "Não tem previsão. A Petrobras está com suas contas neste ano fechadas, está muito bem com o caixa, mas não há previsão de aumento".
Em relação aos planos de desinvestimento, que somam R$ 14,8 bilhões, Graça disse que não há data prevista para a venda da refinaria de Pasadena, nos EUA. A executiva frisou que o ativo está no pacote que deve ser vendido até o fim de 2013.
Marta Nogueira
"[A importação] continua muito forte", disse Graça Foster, após participar da abertura do Encontro Nacional da Mulher, Ciência e Tecnologia, no Rio de Janeiro. "Até o fim do ano a tendência é [que as importações] fiquem no mínimo como estão, cair não vão cair", frisou.
A crescente necessidade de importação de gasolina e diesel e a alta do preço do barril do petróleo no mercado internacional levou a analistas e investidores da Petrobras a passarem o ano pedindo à companhia reajustes dos preços dos combustíveis, alegando defasagem de preços comparados aos praticados no exterior. Ontem, Graça reiterou que não há data para reajuste. "Não tem previsão. A Petrobras está com suas contas neste ano fechadas, está muito bem com o caixa, mas não há previsão de aumento".
Em relação aos planos de desinvestimento, que somam R$ 14,8 bilhões, Graça disse que não há data prevista para a venda da refinaria de Pasadena, nos EUA. A executiva frisou que o ativo está no pacote que deve ser vendido até o fim de 2013.
Marta Nogueira
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Valor Econômico