Companhia, que controla uma usina em São Paulo, teve resultado líquido anual positivo em R$ 28,13 milhões
Enquanto muitas companhias do setor têm vivido dificuldades financeiras, a J. Pilon vem apresentando resultados positivos há mais de cinco anos. Em 2019, inclusive, a empresa divulgou um resultado financeiro recorde, com lucro líquido de R$ 28,13 milhões.
O valor – que representa um aumento de 139,6% ante os R$ 11,74 milhões de 2018 –, entretanto, foi “inflado” pelo recebimento de parcelas referentes aos precatórios do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA). Os montantes são referentes a duas ações movidas pela Copersucar contra a União, envolvendo os prejuízos causados às usinas por conta do preço fixado pelo governo para açúcar e etanol, realizado por meio do IAA nas décadas de 1980 e 1990.
De acordo com a J.Pilon, a soma das duas primeiras parcelas de um dos processos e a primeira de um segundo acrescentaram R$ 37,83 milhões ao caixa da companhia. Considerando gastos de R$ 22,44 milhões referentes ao processo e outras despesas, o lucro líquido da companhia contabilizou um adicional de R$ 15,12 milhões.
Ou seja, sem o adicional proporcionado pelos precatórios, o resultado líquido da J. Pilon teria sido de R$ 13,01 milhões – aumento de 10,8% em relação ao ano anterior.
A melhora no resultado da J. Pilon também se deve a uma receita simples: a empresa teve um aumento de receita líquida superior ao crescimento dos custos com os produtos vendidos. Para saber mais sobre o desempenho da companhia, acesse o texto completo.
Enquanto muitas companhias do setor têm vivido dificuldades financeiras, a J. Pilon vem apresentando resultados positivos há mais de cinco anos. Em 2019, inclusive, a empresa divulgou um resultado financeiro recorde, com lucro líquido de R$ 28,13 milhões.
O valor – que representa um aumento de 139,6% ante os R$ 11,74 milhões de 2018 –, entretanto, foi “inflado” pelo recebimento de parcelas referentes aos precatórios do Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA). Os montantes são referentes a duas ações movidas pela Copersucar contra a União, envolvendo os prejuízos causados às usinas por conta do preço fixado pelo governo para açúcar e etanol, realizado por meio do IAA nas décadas de 1980 e 1990.
De acordo com a J.Pilon, a soma das duas primeiras parcelas de um dos processos e a primeira de um segundo acrescentaram R$ 37,83 milhões ao caixa da companhia. Considerando gastos de R$ 22,44 milhões referentes ao processo e outras despesas, o lucro líquido da companhia contabilizou um adicional de R$ 15,12 milhões.

Ou seja, sem o adicional proporcionado pelos precatórios, o resultado líquido da J. Pilon teria sido de R$ 13,01 milhões – aumento de 10,8% em relação ao ano anterior.
Desempenho operacional
A melhora no resultado da J. Pilon também se deve a uma receita simples: a empresa teve um aumento de receita líquida superior ao crescimento dos custos com os produtos vendidos.

Conforme os resultados divulgados, a companhia – que controla uma única usina, em Cerquilho (SP) – teve uma receita de R$ 203,78 milhões em 2019, o que representa um aumento anual de 8,5%. Os custos, por sua vez, aumentaram 6,3%, chegando a R$ 164,56 milhões.
Por conta disso, a companhia teve uma elevação de 19,1% em seu lucro bruto, que somou R$ 39,23 milhões em 2019.

Renata Bossle – NovaCana