Executivos de Atvos, São Martinho e Zilor compartilharam estratégias e experiências das companhias em relação à necessidade de adaptação
A constante presença de fenômenos como La Niña e El Niño, mudanças na temperatura média e alterações nos regimes de chuvas. Embora o clima esteja entre os fatores que fogem do controle das empresas de açúcar e etanol, uma visão de médio e longo prazos precisa considerar transformações profundas e perenes nas circunstâncias que cercam as companhias e seus canaviais.
Por conta disso, a mudança climática foi um dos temas abordados por executivos do setor durante evento do BTG Pactual. Entre os presentes estava o conselheiro da Zilor, Fabiano Zillo, que trouxe dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
“O trabalho feito pela Embrapa mostra que nós estamos perdendo praticamente um mês de chuva no verão”, afirma e completa: “O setor está sendo impactado há muito tempo. Março e abril têm chuvas menores e isso reflete na maturação da cana, que tem pureza menor e um teor de ATR [açúcar total recuperável] mais baixo”.
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