Banco enxerga uma redução na geração de caixa em 2026/27 e ressalta que companhias serão impactadas de diferentes maneiras, a depender da estratégia já adotada para o açúcar
A perspectiva do Itaú BBA para a safra de cana-de-açúcar 2026/27 é de melhora, pois é esperado um aumento na disponibilidade de matéria-prima. “A taxa de renovação do canavial continua, na nossa visão, positiva. Os produtores e as usinas têm continuado a fazer a renovação adequada para que a produtividade se mantenha pelo menos estável, em torno de 15% a 16% ao ano”, afirma o gerente de crédito para o agronegócio Guilherme Novaes Theodoro.
A declaração aconteceu durante o evento Cana Summit, realizado pela Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) em Ribeirão Preto (SP).
De acordo com o gerente, os clientes do Itaú BBA representam em torno de 65% da moagem de cana-de-açúcar do Centro-Sul, somando em torno de cem grupos. Observando os números dessas companhias, ele destaca que a produtividade no campo está relativamente estabilizada e que a utilização da indústria teve uma ligeira queda em 2025/26.
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