Estimativas consideram balanço global de açúcar, safra brasileira, mudanças de mistura de biocombustíveis, crescimento do etanol de milho e outros fatores
A visão da Fitch Ratings para o setor de açúcar e etanol da América Latina é “neutra” para 2025, repetindo a avaliação vista desde 2022, quando a companhia adotou a atual terminologia. Assim, a agência de classificação de risco espera que as margens dos produtores permaneçam “consistentes” com os níveis de 2024.
Além disso, a manutenção de classificação deve predominar nas análises de sucroenergéticas brasileiras neste ano, conforme apontado em relatório da agência. As empresas Raízen (AAA), FS (AA-) e Nardini (A+) têm perspectiva estável, enquanto apenas a Zilor (A+) tem perspectiva positiva na escala nacional. Já as sucroenergéticas Jalles e Inpasa, que eram avaliadas anteriormente, saíram do radar da Fitch por “razões comerciais”.
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