Um mês depois de o CEO da Poet afirmar que a usina de etanol celulósico da companhia está prestes a alcançar funcionamento em capacidade plena, a companhia divulgou como a usina está avançando
Um mês depois de o CEO da Poet, Jeff Broin, afirmar que a usina de etanol celulósico da empresa, construída em parceria com a DSM, está prestes a alcançar o funcionamento em capacidade plena, a companhia divulgou como a usina está avançando.
Um mês depois de o CEO da Poet, Jeff Broin, afirmar que a usina de etanol celulósico da empresa, construída em parceria com a DSM, está prestes a alcançar o funcionamento em capacidade plena, a companhia divulgou um comunicado apresentando o desenvolvimento da usina.
A companhia assegurou que está avançando para alcançar capacidade máxima. De acordo com comunicado enviado à imprensa, o ano passado foi classificado como ‘fase de arrancada’ (startup) e gerou uma grande experiência. Agora, a usina entrou em ‘fase de aceleração’ (ramp-up).
A empresa voltou a falar em novas usinas de etanol celulósico, que seriam beneficiadas pelo aprendizado adquirido, mas não apresentou detalhe algum.
“A aprendizagem continua a cada dia com a Poet-DSM Biocombustíveis Avançados trabalhando para a fabricação de etanol celulósico na maneira mais eficiente possível”, complementa.
No mês passado, Broin afirmou que “[A usina] está indo muito bem” e há uma grande chance de alcançar “produção plena até o fim do ano”.
A Project Liberty, localizada em Emmetsburg, no estado norte-americano Iowa, foi oficialmente inaugurada em setembro de 2014. Segundo informações oficiais, a usina tem capacidade de produzir 20 milhões de galões [75,7 milhões dos litros] por ano.
Contudo, observando os números de identificação de renováveis (RINs), que regulam a comercialização de biocombustíveis nos Estados Unidos, é possível estimar que a produção em 2015 foi de aproximadamente 750 mil galões [2,84 milhões de litros], o que corresponde a 3,8% dessa capacidade.
O processo da Project Liberty utiliza espigas de milho, folhas, cascas e alguns talos como matéria-prima para o etanol celulósico. Além do etanol, também é produzido biogás, além de vapor que alimenta a caldeira de cogeração de energia.
O objetivo é que seja gerada também eletricidade suficiente para a usina executar seus próprios processos e exportar para a planta adjacente de etanol de primeira geração. A capacidade da termelétrica da companhia é de 17 MW.
NovaCana