Com projeto mais adiantado, FS afirma que resultado depende da metodologia de cálculo adotada, podendo variar de -1 gCO2/MJ a -13 gCO2/MJ
Enquanto a gasolina europeia emite cerca de 94 gramas de CO2 equivalente por megajoule e o combustível fóssil brasileiro registra 87,4 gCO2/MJ, o etanol de uma sucroenergética consegue 20,46 gCO2/MJ. Com uma planta de biogás, essas emissões podem cair para 15,01 gCO2/MJ e, ao incluir biofertilizantes nos canaviais e biometano na frota que anteriormente utilizava diesel, seria possível atingir 2,69 gCO2/MJ.
Os números foram apresentados pelo diretor-presidente da Cocal, Abel Uchoa, durante evento da consultoria Datagro realizado em São Paulo (SP). Para o futuro, com a inclusão de tecnologias de captura de carbono, ele calcula que a companhia possa registrar emissões negativas de 11 gCO2/MJ.
“Esse projeto ainda está em andamento. A legislação deu autonomia para a ANP, mas falta a Cetesb dar uma caminhada. Mas isso já está em estudo”, revela. As siglas se referem à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, respectivamente.
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