
Projeto da AGT, companhia liderada por José Eugênio Rezende Barbosa Sobrinho, tem meta de 25 mil hectares de canavial
Mais conhecida no setor de açúcar e etanol como fornecedora de cana, a AGT irá integrar a lista de grupos sucroenergéticos na safra 2025/26. Anteriormente chamada de Agroterenas, ela já recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar a unidade Estrela do Oeste, em Anaurilândia (MS).
Além disso, o presidente da AGT, José Eugênio Rezende Barbosa Sobrinho, revela que a usina também já está pronta para fabricar açúcar. A perspectiva para as próximas temporadas é chegar a 170 mil toneladas da commodity, com o direcionamento de 60% a 70% da matéria-prima para a fabricação do adoçante.
Ele ainda conta que a AGT – que também atua nos mercados de grãos, pecuária, limão e laranja in natura, suco congelado, óleos e essências – mantém o etanol de milho “no radar”.
A entrevista completa está disponível para assinantes do NovaCana.
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