A primeria usina de etanol celulósico em escala comercial dos Estados Unidos pertence a uma joint venture entres a empresa holandesa DSM e a americana Poet.

No total foram investidos US$ 275 milhões na unidade com capacidade para produzir por ano cerca de 75 milhões de litros do biocombustível. Numa segunda fase a usina pode atingir produção de 90 milhões de litros por ano. 

A matéria-prima da usina virá de "resíduos" da colheita do milho, como sabugo, folhas, casca e talos. Por ano, as empresas vão comprar US$ 20 milhões em biomassa, que será originada em fazendas a um raio médio de 70 quilômetros da fábrica.

A unidade está localizada em Emmetsburg, no Estado de Iowa, cinturão do milho americano.

Imagens da usina de etanol de segunda geração

Na frente, o prédio de mecânica. Já à esquerda está a área de separação de sólidos e líquidos. No fundo fica a parte de digestão anaeróbica

Na frente, o prédio de mecânica. Já à esquerda está a área de separação de sólidos e líquidos. No fundo fica a parte de digestão anaeróbica 

 

Detalhe dos tanques de fermentação, onde a levedura converte os açúcares em etanol:

Usina 2ª geração: tanques de fermentação, onde a levedura converte os açúcares em etanol

 

Detalhe da área externa dos tanques de pré-tratamento. É aqui que é feita a quebra da biomassa em celulose para a obtenção dos açúcares que produzirão o etanol:

Detalhe da área externa dos tanques de pré-tratamento. É aqui que é feita a quebra da biomassa em celulose para a obtenção dos açúcares que produzirão o etanol

 

A evaporação é parte do processo de purificação do etanol.

Equipamentos de evaporação, processo de purificação do etanol

 

À direita, os tanques de sacarificação extraem os açúcares usando enzimas. Ao centro, nos tanques de fermentação, a levedura converte o açúcar em etanol:

À direita, os tanques de sacarificação extraem os açúcares usando enzimas. Ao centro, nos tanques de fermentação, a levedura converte o açúcar em etanol

 

Fardos com palha, folhas, casca e talos de milho são carregados em um transportador onde um envoltório líquido é removido. O material é, então, enviado para um moinho.

Fardos com palha, folhas, casca e talos de milho são carregados em um transportador

 

Num pátio de 8,9 hectares, cerca de 30 mil toneladas de biomassa são estocadas. O volume é suficiente para abastecer quatro semanas de operação.

Num pátio de 8,9 hectares, cerca de 30 mil toneladas de biomassa são estocadas

 

Área externa da parte de separação de sólidos e líquidos:

Área externa da parte de separação de sólidos e líquidos 

 

Cogeração: esta é a área em que fica a caldeira de combustível sólido. Lá, o fluxo dos resíduos sólidos é convertido em vapor a fim de alimentar a usina de etanol celulósico

Cogeração: esta é a área em que fica a caldeira de combustível sólido.

 

Bioquímicos - Próximas três fotos mostram os filtros prensa ajudam a separar o fluxo dos resíduos sólidos e líquidos. A torta de filtro sólida vai para a caldeira de combustível, que produz o vapor.  O material filtrato é direcionado ao digestor anaeróbico a fim de produzir metano.

Filtros prensa ajudam a separar o fluxo dos resíduos sólidos e líquidos

Filtros dos resíduos

Imagem frontal dos filtros da usina

Vista aérea da unidade de produção de etanol de segunda geração

Recolhimento da palha, matéria-prima de produção do E2G