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Manutenção adequada é chave para redução no custo sucroenergético, diz Grupo Atlantic

Companhia disponibiliza peças para as unidades de produção de biogás


Grupo Atlantic - Informe publicitário - 02 jul 2021 - 09:50

Uma estimativa apresentada em março pelo Instituto de Pesquisa e Educação Continuada em Economia e Gestão (Pecege) aponta que, na safra 2021/22, as usinas de açúcar e etanol devem ter gastado em manutenção industrial, em média, R$ 4,06 por tonelada de cana-de-açúcar moída. O valor corresponde a 27% dos custos totais da operação industrial, calculados em R$ 15,01 por tonelada.

O número pode parecer alto, mas os prejuízos causados por uma manutenção inadequada são muito maiores. É o que explica o CEO do Grupo Atlantic, Hélder Pinto: “Hoje em dia, é necessário investir cada vez mais na manutenção dos equipamentos de produção de açúcar e etanol. Uma parada inesperada na produção pode em implicar custos elevados e comprometer toda a produção, influenciando também prazos e preços”.

De acordo com ele, para evitar gastos desnecessários, as companhias devem fazer um planejamento de estoque de peças de reposição, além de seguirem os procedimentos de manutenção recomendados para cada motor. Isso garante mais tempo de vida útil e um melhor desempenho para os equipamentos.

“As usinas que adotam esta manutenção preditiva ganham uma redução de até 75% nos custos de manutenção”, Hélder Pinto (Grupo Atlantic)

Outra recomendação é trabalhar com peças de qualidade, sejam elas originais ou alternativas. A diferença entre essas duas opções está no preço, sendo que as alternativas podem ter materiais diferentes das genuínas, o que pode levar a uma vida útil menor.

“O cliente pode decidir o que melhor se adequa ao seu equipamento ou pode consultar a nossa equipe comercial para um acompanhamento personalizado”, garante, referindo-se aos serviços oferecidos pelo Grupo Atlantic.

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Biogás

Além de atuar há 15 anos na área energética, com experiência na cogeração a biomassa de cana, o Grupo Atlantic possui capacidade para oferecer peças de reposição e serviços para as unidades de produção de biogás.

“Os nossos clientes brasileiros confiam na qualidade do nosso serviço e queremos continuar a merecer a confiança deles, mostrando que conseguimos oferecer condições mais vantajosas do que os fornecedores locais”, reforça o CEO.

Obtido por meio de resíduos orgânicos, o biogás tem se destacado como um novo produto para as sucroenergéticas, que podem produzir o combustível a partir da vinhaça e da torta de filtro, embora também seja possível utilizar palhas e pontas da cana-de-açúcar.

Atualmente, o Brasil possui a maior usina de biogás do mundo: a unidade da Raízen localizada em Guariba (SP). Além disso, há um projeto em andamento para a conexão de usinas localizadas no noroeste de São Paulo à rede de gasoduto, facilitando a comercialização de biometano, combustível que é obtido a partir do processamento do biogás e que pode substituir o diesel. Outras grandes companhias do setor – como Adecoagro, Tereos e Cocal – também já anunciaram investimentos na área.

Segundo Hélder Pinto, o Grupo Atlantic está pronto para atender a este mercado, pois atua com as principais marcas de motores para a produção de biogás – Jenbacher, Guascor, MWM, CAT, MTU e Waukesha –, possui peças de reposição e disponibiliza uma equipe de profissionais qualificados na manutenção e reparação destes equipamentos, conseguindo realizar qualquer tipo de intervenção.

“O Grupo Atlantic é considerado a melhor escolha, por vários clientes na América Latina, nestas duas vertentes: fornecimento de peças de reposição e serviços de assistência técnica”, Hélder Pinto (Grupo Atlantic)

“Somos uma empresa especializada em exportação de peças para motores a gás, com centenas de peças em estoque e capacidade de fornecimento, não só para o Brasil, mas para o mundo inteiro”, descreve Hélder Pinto, que completa: “Temos vários clientes do setor sucroenergético na América Latina. Além das peças de reposição, conseguimos também garantir serviços de manutenção de qualidade nos motores a gás e equipamentos nas usinas dos nossos parceiros de negócio”.

Clientes fiéis

O executivo ainda afirma que o Grupo Atlantic tem uma participação de mercado de 40% no Brasil, considerando os setores marítimo e energético (fóssil e biogás). Agora, a companhia – que tem sede em Palmela (Portugal) – está direcionando seus esforços para crescer ainda mais no setor sucroenergético.

“Há estudos que indicam que haverá um aumento da produção de açúcar em cerca de 35% na América Latina, por isso acreditamos que este é um mercado em crescimento e onde podemos criar várias parcerias de negócio”, revela o executivo.

De acordo com o CEO, parte deste bom desempenho do mercado se deve à atuação da equipe comercial, que executa as cotações de acordo com as necessidades dos clientes. “Tentamos sempre chegar a um acordo que seja vantajoso para ambas as partes, pois a prioridade é a satisfação do nosso cliente, assumindo sempre um compromisso de respeito e sucesso”, relata.

Contato comercial para o Brasil

Interessados em fazer negócio com o Grupo Atlantic podem entrar em contato diretamente com os representantes da companhia no Brasil por meio do e-mail [email protected].

Para mais informações, acesse o site do Grupo Atlantic.


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