Entrevista: Presidente da Cerradinho detalha as estratégias e perspectivas da companhia

Com uma produtividade acima de 100 toneladas por hectare e resultados financeiros positivos, a CerradinhoBio está no grupo das usinas que passou pela crise sucroenergética sem muita dificuldade. O segredo do sucesso, pelas palavras do presidente da companhia, Paulo Motta, vem com uma estratégia que busca a diversificação na obtenção de recursos e também na receita.

Um dos pontos importantes nessa estratégia foram os investimentos em cogeração de eletricidade. A estratégia se mantém, e, no dia 20 de setembro, a empresa reuniu autoridades e representantes do setor sucroenergética para a inauguração da expansão de sua usina, localizada em Chapadão do Céu (GO). Agora, a capacidade da companhia de absorver seus resíduos agrícolas para a geração de eletricidade chega a superar a capacidade de moer cana-de-açúcar, abrindo espaço para outras matérias-primas ou até mesmo novos investimentos em outras áreas.

Para compreender essa estratégia e entender os planos futuros da CerradinhoBio, o novaCana conversou com o presidente da companhia, Paulo Motta. Depois de mais de 10 anos na Votorantim, Motta assumiu a presidência da CerradinhoBio em novembro de 2015, já encontrando uma empresa bem estruturada e disposta a estudar diferentes caminhos para crescer.

“Este ano, nós estamos atingindo uma média de 100 KWh por tonelada de cana moída. Isso é muito difícil de ter no setor, já que a média está abaixo de 50 KWh/t – bem abaixo disso, na verdade”

Na entrevista a seguir, ele traz os números da empresa, comenta as estratégias adotadas e as possibilidades para o futuro, além de apresentar as expectativas da CerradinhoBio para o mercado de cogeração, do programa RenovaBio e o impacto dos CBios.

E mais:

- A visão da empresa sobre ampliação de capacidade de açúcar
- Utilização de cavaco de eucalipto
- Energia já vendida
- Caldeira de leito fluidizado
- “O dinheiro do BNDES é, vamos chamar assim, ‘carimbado’ para a cogeração, e o do IFC não é assim.”
- “A nossa dívida não é em dólar até mesmo porque a gente não tem recebíveis em dólar e uma gestão adequada de exposição não permitia isso.”
- “Nós começamos a estruturar um CRA, mas acabamos tomando a decisão de não ir a frente com ele. Provavelmente logo você vai ouvir sobre outra fonte...”

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