O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), já sinalizou que vai mandar à Assembleia Legislativa do estado uma proposta para reduzir a alíquota do ICMS cobrado na bomba de etanol de 34% para 24%. Mas os deputados querem mais.
O presidente da Comissão de Minas e Energia, Max Lemos (MDB), quer deixar o imposto no mesmo percentual cobrado em São Paulo: 12%. E defende que a proposta pode ser executada com o combate à sonegação fiscal.
Dados disponibilizados pelo Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes de Lojas de Conveniência do Município do Rio de janeiro (Sindcomb) apontam que pelo menos 30 milhões litros de álcool hidratado são vendidos por mês no estado sem pagar o imposto.
O assunto vai ser debatido em uma audiência pública marcada para o mês que vem.