Em um ano de recorde nas exportações de açúcar, o mercado testemunhou o fortalecimento de grandes tradings. Pela terceira vez consecutiva, a asiática Wilmar liderou a comercialização da commodity brasileira, com 7,14 milhões de toneladas despachadas via porão de navio.
O número, que faz parte de um acompanhamento da agência marítima Williams, equivale a 21% de todo o volume movimentado nesta modalidade no ano passado. No entanto, ele também representa uma queda de 4,3% em relação às 7,46 milhões de toneladas contabilizadas um ano antes, quando a Wilmar detinha 26,4% do mercado.
A resposta para essa retração está no fortalecimento de suas principais concorrentes. Em 2024, Sucden, Alvean e Raízen aumentaram suas participações de mercado.
Segundo a Williams, o volume de açúcar exportado no ano foi de 34,03 milhões de toneladas, alta anual de 20,3%. Juntas, as quatros maiores companhias compradoras representaram 58,6% deste valor, com 19,94 milhões de toneladas.
Além disso, no total, 27 empresas comercializaram mais de 100 mil toneladas do adoçante brasileiro via porão de navio em 2024.
Confira na versão completa (exclusiva para assinantes NovaCana):
- Histórico das cinco maiores compradoras
- Parcerias comerciais, portos de origem e destinos das principais tradings
- Ranking das empresas que mais comercializaram açúcar brasileiro em 2024
- Principais destinos da exportação brasileira de açúcar
- Volume despachado por porto
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