Faltando pouco mais de cinco meses para a conclusão do primeiro ano do RenovaBio, o programa segue rodeado de incertezas. Entre elas estão a tributação dos créditos de descarbonização (CBios), que segue em discussão entre parlamentares, e a própria meta de aquisição de títulos, que está em processo de consulta pública no Ministério de Minas e Energia (MME).
A nova proposta do MME, aliás, quer estipular o volume de 14,53 milhões de títulos – uma redução de 50% em relação à meta atualmente em vigor. Este volume precisaria ser adquirido pelas distribuidoras que comercializaram combustíveis fósseis em 2019.
Atualmente, porém, apenas 1,92 milhões de CBios estão disponíveis, segundo registros da B3, responsável pelo acompanhamento deste mercado. O número representa apenas 13,2% da meta proposta e 6,6% da meta atualmente em vigor. Mesmo assim, a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) acredita que o setor tem condições de atender a uma meta de 16 milhões de CBios.
No conteúdo completo (exclusivo para assinantes), veja gráficos com:
- Evolução do número de CBios emitidos
- Volumes adquiridos por distribuidoras e por investidores
- Acompanhamento do preço médio diário
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