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Usinas optam pela armazenagem de açúcar e custo do frete fica estável em abril

acucar transporte porto 221214O período ainda pode ser considerado de estabilidade nos valores do frete de açúcar, pois apenas poucas regiões registraram um aumento acima de 3%.

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As duas primeiras quinzenas da safra 2016/17 já trouxeram impactos para o mercado de transporte de açúcar. Logo nos primeiros dias, houve um aumento das movimentações para a exportação, o que resultou em pequenos aumentos dos custos de frete nas regiões produtoras de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O impacto, contudo, foi maior em Goiás, no sul de Minas Gerais e no Mato Grosso – o motivo foi a concorrência com as movimentações de soja.

Porém, o período ainda pode ser considerado de estabilidade nos valores do frete de açúcar, pois apenas poucas regiões registraram um aumento acima de 3%.

As duas primeiras quinzenas da safra 2016/17 já trouxeram impactos para o mercado de transporte de açúcar. Logo nos primeiros dias, houve um aumento das movimentações para a exportação, o que resultou em pequenos aumentos dos custos de frete nas regiões produtoras de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O impacto, contudo, foi maior em Goiás, no sul de Minas Gerais e no Mato Grosso – o motivo foi a concorrência com as movimentações de soja.

Segundo relatório mensal divulgado pela equipe do Grupo Esalq-Log, o período ainda pode ser considerado de estabilidade nos valores do frete de açúcar, pois apenas poucas regiões registraram um aumento acima de 3%. De acordo com o documento, isso aconteceu porque muitas usinas optaram por estocar o produto, de modo que a oferta de veículos foi adequada.

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Porém, em algumas regiões como Dourados e Ribeirão Preto, os reajustes foram maiores “em virtude da maior necessidade de escoamento de um volume do produto referente a safra passada, que ainda estava armazenada, com a finalidade de liberar o estoque para a nova safra”, complementa.

O documento ainda observa que, durante a segunda quinzena de abril, o Porto de Santos apresentou uma queda no número de navios aguardando para embarque de açúcar. Com isso, houve uma baixa no fluxo voltado para exportação. “Isto acarretou dificuldades nos descarregamentos do produto, pois forçaram os terminais a trabalharem com sua capacidade máxima, resultando também em uma migração, da quantidade movimentada, para o porto de Paranaguá, que operou normalmente”, aponta o estudo.

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Perspectiva

No mês de maio, os pesquisadores do Grupo Esalq-Log acreditam que a situação deve se normalizar no Porto de Santos, resultando em uma maior movimentação de açúcar para o mercado externo. Além disso, há a possibilidade de um aumento nas movimentações internas e, consequentemente, no custo do frete.

Como o preço do açúcar está atrativo no mercado interno, a expectativa é que as movimentações para o porto de Santos também cresçam e, sendo assim, “a oferta de veículos pode se tornar escassa, em virtude, também, de uma competição com o escoamento de milho e soja”, afirma.

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