Juntas, as duas unidades do grupo enviaram 509,66 mil toneladas do produto, ou 17,1% do total
Depois de um aumento considerável em 2023, as exportações de açúcar via contêineres ficaram relativamente estáveis em 2024, com uma alta anual de 1,4%. A commodity ainda está mais rentável para as sucroenergéticas do que o etanol, o que resultou em um recorde nos despachos do ano passado, com 38,24 milhões de toneladas.
Além da alta produção do Brasil, com as usinas apostando em cristalização para aproveitar o bom momento dos preços, o contexto mundial foi favorável. O governo indiano, com baixas perspectivas para a safra do país, não permitiu exportações em 2024. Assim, o produto brasileiro ficou ainda mais em evidência no mercado global.
Segundo dados da agência marítima Williams, o Brasil exportou 2,98 milhões de toneladas de açúcar via contêineres no ano passado, 8% do total enviado a outros países. A participação desta forma de envio teve uma queda de 1,4 ponto percentual, com os produtores brasileiros dando preferência, como de costume, aos despachos via porão de navio.
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