Em reunião realizada no começo de junho, a diretoria e os acionistas da usina Jacarezinho, do grupo Maringá, deliberaram sobre a sexta emissão de debêntures da companhia, que totaliza R$ 70 milhões. Os papéis, que não são conversíveis em ações, serão de espécie quirografária – ou seja, não dão direito a bens da companhia em caso de inadimplência –, mas haverá uma garantia adicional.
A unidade localizada em Jacarezinho (PR) planeja moer 2,4 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Ela aprovou um projeto de investimentos junto ao Ministério de Minas e Energia (MME) em fevereiro e, desta forma, a geração dos títulos pode ter incentivos para os investidores.
De acordo com a portaria do MME, os recursos devem ser utilizados para manutenção e recuperação dos canaviais com destino à produção de etanol. Além disso, foi estabelecido que o prazo para conclusão do projeto é em novembro de 2030.
Segundo o documento da sucroenergética, por sua vez, o valor das debêntures será atualizado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Além disso, a empresa pagará juros remuneratórios.
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