Recentemente, o NovaCana fez uma reportagem sobre as principais nuances do trabalho escravo contemporâneo no setor canavieiro. Por meio dos números e relatos, é possível verificar que o setor sucroenergético enfrenta um problema com o aumento de casos. Além disso, a terceirização no plantio e no corte da cana pode mascarar os responsáveis pelos crimes de trabalho análogo à escravidão.
Sobre o assunto, o NovaCana também conversou com a professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Lívia Miraglia. Ela é coordenadora da Clínica do Trabalho Escravo e Tráfico de Pessoas, também da UFMG, sendo ainda presidente da comissão da OAB Minas Gerais para o enfrentamento do trabalho escravo.
Na entrevista, Miraglia cita a importância de responsabilização das usinas, o trabalho realizado em Minas Gerais para combate do problema e a atuação da clínica que coordena, incluindo as principais situações enfrentadas pelas vítimas assistidas.
A clínica é um projeto de extensão do curso de direito da universidade a fim de oferecer assistência jurídica gratuita para os trabalhadores resgatados na região de Belo Horizonte.
No texto completo, exclusivo para assinantes, confira a entrevista feita pelo NovaCana.
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