Para investir em suas usinas e canaviais, as sucroenergéticas recorrem a diferentes formas de captação de recursos – e, tradicionalmente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma das principais fontes do setor. Em 2023, o banco disponibilizou R$ 2,67 bilhões para companhias de açúcar e etanol, um aumento de 57,9% ante os R$ 1,69 bilhão vistos em 2022. O montante foi repartido entre 68 companhias, representando 56 grupos.
Este crescimento foi impulsionado, principalmente, pelas demandas vindas da área industrial, que somaram R$ 1,71 bilhão, alta anual de 74,6%. Entre as destinações estão áreas como: apoio à indústria; fabricação de açúcar, etanol e outros produtos; e expansão ou modernização industrial.
Com 12 projetos de apoio à indústria, a Jalles, matriz do grupo homônimo e localizada em Goianésia (GO), foi a líder entre os empréstimos realizados via BNDES em 2023 pelo setor sucroenergético. Somando todos os contratos, a companhia financiou R$ 320 milhões.
No ano anterior, por outro lado, a empresa não apareceu como contratante de crédito com o banco de fomento.
A linha vinculada ao RenovaBio, por sua vez, teve um acréscimo de 27,1% em relação a 2022, para R$ 594 milhões. Esta é a terceira alta desde o seu lançamento, em 2021. E o número pode crescer ainda mais no próximo ano, afinal, o banco aumentou o orçamento, que alcança os R$ 3,5 bilhões em crédito disponível.
Confira no texto completo, exclusivo para assinantes NovaCana, mais detalhes sobre os financiamentos contratados pelas sucroenergéticas em 2023 via BNDES, assim como gráficos e análises completas:
- Ranking das empresas que contrataram os maiores valores
- Evolução dos financiamentos feitos pelas cinco principais empresas
- Lista dos maiores grupos contratantes
- Destinação dos recursos
- Investimentos na indústria e no campo
- Modalidades de financiamentos e perfil dos contratos
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