A divisão da meta do RenovaBio entre as distribuidoras de combustível foi tema de uma consulta pública da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que recebeu comentários até a última quinta-feira (4) e terá uma audiência na tarde de hoje (16).
Entre as instituições que participaram com comentários estão três representantes do setor de etanol dos Estados Unidos, que assinaram um documento em conjunto: o Conselho de Grãos dos EUA, a associação comercial Growth Energy e a Associação de Combustíveis Renováveis (RFA). A RFA já havia participado anteriormente do processo de regulamentação do RenovaBio, com envio de comentários para o Ministério de Minas e Energia (MME).
O posicionamento geral das entidades é favorável ao programa. “Depois de examinar a resolução, gostaríamos parabenizar o Brasil pelo desenho e implementação de tão ambiciosa política de combustíveis renováveis”, afirmam e complementam: “Também agradecemos a oportunidade de colaborar no desenvolvimento e oferecer os nossos comentários sobre alguns mecanismos específicos da política. Os Estados Unidos e o Brasil têm construído uma relação comercial cooperativa e sólida, especialmente em relação aos biocombustíveis, e gostaríamos de continuar vendo que o RenovaBio promove esta relação comercial livre e justa”.
Entretanto, os elogios são acompanhados por três sugestões de mudanças no texto da ANP.
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