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Projeções da Diana Bioenergia até 2025/26: 51 gráficos com os números da sucroenergética

Estimativas da companhia para a safra atual e as duas subsequentes envolvem aspectos agrícolas, industriais, financeiros e estratégicos


NovaCana - Publicado: 11 Ago 2023 - 14:43

Em 2022/23, a Diana Bioenergia registrou uma moagem recorde de 1,6 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, alta de 26,8% na comparação anual. Mas a meta, segundo o presidente da companhia, Ricardo Junqueira, é chegar a 2,1 milhões de toneladas.

De acordo com o relatório financeiro e social da sucroenergética, referente ao ano de 2023, o planejamento estratégico de cinco anos da Diana prevê uma melhoria contínua nos números vindos do campo. Para a atual temporada, por exemplo, a projeção de moagem é de 1,75 milhão de toneladas, superando a safra anterior em 9,3%.

Entre 1º de abril e 31 de maio, o volume chegou a 370,24 mil toneladas. “Durante o mês de maio, alcançamos nosso recorde diário de moagem, com 8,4 mil toneladas, e também estabelecemos o recorde mensal de moagem para maio, com 227,99 mil toneladas”, destaca o documento.

Ainda em relação a 2023/24, a expectativa da sucroenergética é atingir uma concentração de açúcar total recuperável (ATR) de 141,32 kg/t, com eficiência industrial superior a 89%. “Além disso, planejamos produzir de 140 mil a 150 mil toneladas de açúcar VHP, de 62 mil a 68 mil metros cúbicos de hidratado e de 72 mil a 80 mil CBios”, enumera.

Conforme o diretor administrativo, financeiro e comercial da Diana Bioenergia, Leonardo Perossi, estas expectativas estão se tornando realidade. “Nós até estamos com um índice de ATR por hectare acima do planejado”, revela ele, em entrevista ao NovaCana.

Mas o relatório não se limita a trazer projeções para a safra atual, incluindo também números para 2024/25 e 2025/26. Neste último período, aliás, a oferta de matéria-prima – incluindo cana própria, de terceiros, de parceiros e adquiridas no mercado à vista – deve chegar a 1,85 milhão de toneladas. Ou seja, ainda estará aquém da previsão de 2,1 milhões divulgada por Junqueira.

“Na verdade, a perspectiva é conservadora. Nós já estamos realizando uma moagem acima. Dependendo de como for o clima, devemos bisar uma quantidade de cana e isso, logicamente, será para moer no ano que vem”, revela Perossi.

Ainda segundo o diretor, a produção destas perspectivas não é uma novidade para a companhia. “Sempre fazemos. Antes, compartilhávamos com os credores da empresa, mas, dessa vez, entendemos que seria bom publicar para todo o mercado”, afirma.

No texto completo (exclusivo para assinantes), confira 51 gráficos elaborados pelo NovaCana, que exploram algumas das projeções presentes no relatório da companhia. Além disso, saiba mais sobre a atuação da Diana na agenda ESG.


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