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Projeções da Diana Bioenergia até 2025/26: 51 gráficos com os números da sucroenergética

Estimativas da companhia para a safra atual e as duas subsequentes envolvem aspectos agrícolas, industriais, financeiros e estratégicos

NovaCana 15 min de leitura

Em 2022/23, a Diana Bioenergia registrou uma moagem recorde de 1,6 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, alta de 26,8% na comparação anual. Mas a meta, segundo o presidente da companhia, Ricardo Junqueira, é chegar a 2,1 milhões de toneladas.

De acordo com o relatório financeiro e social da sucroenergética, referente ao ano de 2023, o planejamento estratégico de cinco anos da Diana prevê uma melhoria contínua nos números vindos do campo. Para a atual temporada, por exemplo, a projeção de moagem é de 1,75 milhão de toneladas, superando a safra anterior em 9,3%.

Entre 1º de abril e 31 de maio, o volume chegou a 370,24 mil toneladas. “Durante o mês de maio, alcançamos nosso recorde diário de moagem, com 8,4 mil toneladas, e também estabelecemos o recorde mensal de moagem para maio, com 227,99 mil toneladas”, destaca o documento.

Ainda em relação a 2023/24, a expectativa da sucroenergética é atingir uma concentração de açúcar total recuperável (ATR) de 141,32 kg/t, com eficiência industrial superior a 89%. “Além disso, planejamos produzir de 140 mil a 150 mil toneladas de açúcar VHP, de 62 mil a 68 mil metros cúbicos de hidratado e de 72 mil a 80 mil CBios”, enumera.

Conforme o diretor administrativo, financeiro e comercial da Diana Bioenergia, Leonardo Perossi, estas expectativas estão se tornando realidade. “Nós até estamos com um índice de ATR por hectare acima do planejado”, revela ele, em entrevista ao NovaCana.

Mas o relatório não se limita a trazer projeções para a safra atual, incluindo também números para 2024/25 e 2025/26. Neste último período, aliás, a oferta de matéria-prima – incluindo cana própria, de terceiros, de parceiros e adquiridas no mercado à vista – deve chegar a 1,85 milhão de toneladas. Ou seja, ainda estará aquém da previsão de 2,1 milhões divulgada por Junqueira.

“Na verdade, a perspectiva é conservadora. Nós já estamos realizando uma moagem acima. Dependendo de como for o clima, devemos bisar uma quantidade de cana e isso, logicamente, será para moer no ano que vem”, revela Perossi.

Ainda segundo o diretor, a produção destas perspectivas não é uma novidade para a companhia. “Sempre fazemos. Antes, compartilhávamos com os credores da empresa, mas, dessa vez, entendemos que seria bom publicar para todo o mercado”, afirma.

No texto completo (exclusivo para assinantes), confira 51 gráficos elaborados pelo NovaCana, que exploram algumas das projeções presentes no relatório da companhia. Além disso, saiba mais sobre a atuação da Diana na agenda ESG.

Em 2022/23, a Diana Bioenergia registrou uma moagem recorde de 1,6 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, alta de 26,8% na comparação anual. Mas a meta, segundo o presidente da companhia, Ricardo Junqueira, é chegar a 2,1 milhões de toneladas.

De acordo com o relatório financeiro e social da sucroenergética referente ao ano de 2023, o planejamento estratégico de cinco anos da Diana prevê uma melhoria contínua nos números vindos do campo. Para a atual temporada, por exemplo, a projeção de moagem é de 1,75 milhão de toneladas, superando a safra anterior em 9,3%.

Entre 1º de abril e 31 de maio, o volume chegou a 370,24 mil toneladas. “Durante o mês de maio, alcançamos nosso recorde diário de moagem, com 8,4 mil toneladas, e também estabelecemos o recorde mensal de moagem para o mês, com 227,99 mil toneladas”, destaca o documento.

Ainda em relação a 2023/24, a expectativa da sucroenergética é atingir uma concentração de açúcar total recuperável (ATR) acima de 141 kg/t, com eficiência industrial superior a 89%. “Além disso, planejamos produzir de 140 mil a 150 mil toneladas de açúcar VHP, de 62 mil a 68 mil metros cúbicos de hidratado e de 72 mil a 80 mil CBios”, enumera.

Conforme o diretor administrativo, financeiro e comercial da Diana Bioenergia, Leonardo Perossi, estas expectativas estão se tornando realidade. “Nós até estamos com um índice de ATR por hectare acima do planejado”, revela ele, em entrevista ao NovaCana.

Mas o relatório não se limita a trazer projeções para a safra atual, incluindo também números para 2024/25 e 2025/26. Neste último período, aliás, a oferta de matéria-prima – incluindo cana própria, de terceiros, de parceiros e adquiridas no mercado à vista – deve chegar a 1,85 milhão de toneladas. Ou seja, ainda estará aquém da previsão de 2,1 milhões divulgada por Junqueira.

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“Na verdade, a perspectiva é conservadora. Nós já estamos realizando uma moagem acima. Dependendo de como for o clima, devemos bisar uma quantidade de cana e isso, logicamente, será para moer no ano que vem”, revela Perossi.

Ainda segundo o diretor, a produção destas perspectivas não é uma novidade para a companhia. “Sempre fazemos. Antes, compartilhávamos com os credores da empresa, mas, dessa vez, entendemos que seria bom publicar para todo o mercado”, afirma.

A seguir, confira mais 50 gráficos elaborados pelo NovaCana, que exploram algumas das projeções presentes no relatório da companhia.

Indicadores agrícolas e industriais

Conforme a Diana, a área de canavial deve ter um leve recuo em 2023/24, para 14,4 mil hectares, mas voltará a crescer nos anos seguintes e atingirá 15,1 mil hectares em 2025/26. Contudo, esse valor inclui o espaço dedicado às mudas e ao plantio.

Desta forma, a área efetiva de produção terá uma redução ao final do período, já que a companhia também prevê um índice de reforma de 18% no último ciclo projetado. Aliás, a idade média do canavial deve crescer até lá, atingindo 3,79 anos, ante 3,25 anos em 2023/24.

“Nos últimos anos, reformamos muito canavial e a idade média caiu muito. Para equilibrar e trazer a idade média para um patamar que entendemos como ideal para a nossa região, de 3,5 anos, vamos reduzir a renovação. Depois, voltaremos a aumentar”, explica Perossi.

Além disso, a companhia acredita que a produtividade prevista para 2023/24, de 84,69 toneladas por hectare, não deve se repetir nos anos seguintes, com 83,91 t/ha em 2024/25 e 84,42 t/ha em 2025/26. A concentração de ATR, entretanto, deve contabilizar um leve aumento, com a expectativa de atingir 142 kg/t nas próximas duas temporadas.

Uma vez que esta matéria-prima chegue à usina, por sua vez, a estimativa da Diana é dedicar 39,5% do volume à produção de etanol nos próximos dois anos, superando os 39,1% previstos para a atual safra.

Ainda segundo a companhia, a capacidade de sua destilaria é de 330 mil litros diários, mas a utilização deve variar de 258 mil litros em 2023/24 a 283 mil litros em 2025/26. A autorização concedida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é um pouco maior, permitindo até 350 mil litros de hidratado e 100 mil litros de anidro por dia.

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Mercado de açúcar

Acompanhando o avanço na moagem e no mix de produção, a fabricação de açúcar da Diana deve aumentar ano a ano, com projeção de 139,82 mil toneladas em 2023/24 e chegando a 149,33 mil toneladas em 2025/26.

Considerando que a empresa pretende comercializar todo esse volume, sem estoques de passagem significativos, a receita bruta com o produto foi estimada em R$ 308,85 milhões para a atual temporada. No período, o preço médio previsto é de 18,36 centavos de dólar por libra-peso.

Na safra seguinte, o faturamento deve subir para R$ 347,42 milhões. Entretanto, a Diana espera uma retração no preço médio em 2025/26, de 20,01 centavos de dólar para 19,73 centavos. Desse modo, os ganhos cairiam para R$ 338,71 milhões ao final do período.

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Mercado de etanol

No caso do biocombustível, a Diana prevê uma maior produção por conta da ampliação da moagem. O volume deve sair de 63,58 milhões de litros em 2023/24 para 68,99 milhões em 2025/26. Entretanto, a companhia não projeta a venda integral, reservando volumes para consumo interno – assim, o total vendido passaria de 63,35 milhões de litros para 68,76 milhões na mesma comparação.

Além disso, a sucroenergética não enxerga grandes variações no preço médio do etanol, com a expectativa de R$ 3.227 por metro cúbico na atual safra e de R$ 3.337/m³ nas duas seguintes. Com isso, a receita bruta foi projetada em R$ 204,44 milhões em 2023/24, R$ 223,88 milhões em 2024/25 e R$ 229,49 milhões em 2025/26.

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Mercado de eletricidade

A Diana também projetou um aumento expressivo em suas vendas de energia para a rede elétrica. Segundo a companhia, o volume deve passar de 1,54 gigawatts-hora em 2023/24 para 11,245 GWh já na safra seguinte, uma elevação de 630,7%.

Este desempenho, combinado a um maior preço médio da energia comercializada, deve gerar uma receita bruta de R$ 4,66 milhões em 2024/25 e de R$ 5,03 milhões em 2025/26. Para a temporada em andamento, contudo, a projeção é de R$ 231 mil.

Perossi, entretanto, observa que estes valores para o próximo ciclo não devem se tornar uma realidade. “Essa perspectiva leva em conta o preço atual, mas vamos rever a premissa. Por enquanto, ela não vai se concretizar porque o preço não está fazendo sentido [para elevar a cogeração]”, comenta.

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Emissões e vendas de CBios

A Diana ainda projetou uma geração crescente de créditos de descarbonização (CBios), vinculados ao programa RenovaBio. Assim, a companhia pretende alcançar a marca de 82,35 milhões de créditos emitidos – e vendidos – em 2025/26.

Entretanto, a empresa acredita que haverá uma redução no preço médio dos papéis, saindo de R$ 95 na temporada corrente para R$ 85 nas duas subsequentes. Desta forma, a receita bruta deve cair de R$ 7,89 milhões em 2023/24 para R$ 6,83 milhões em 2024/25, com uma leve recuperação no ciclo seguinte, para R$ 7 milhões.

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Mercado de bagaço

Por fim, a Diana detalhou suas expectativas para a produção e venda de bagaço de cana-de-açúcar. A sucroenergética pretende alcançar uma produção de 12 mil toneladas nesta temporada, com leves aumentos nas seguintes.

Levando em conta um preço médio de R$ 60 por tonelada em 2023/24 e de R$ 50/t na sequência, a receita com o produto deve ser de R$ 720 mil na safra em andamento, caindo para R$ 617 mil no ciclo seguinte.

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Receitas e custos

Para as próximas safras, a Diana espera uma relativa estabilidade nos custos de produção, com R$ 263,66 milhões em 2023/24 e R$ 266,77 milhões em 2025/26, uma variação de 1,2%. Já a receita líquida deve crescer 11,2% no mesmo comparativo, para R$ 548,34 milhões.

“Dado o cenário atual, tanto da guerra [na Ucrânia] quanto de câmbio, entendemos que os custos devem manter o padrão desse ano”, justifica Perossi.

Assim, os gastos com os produtos vendidos devem representar o equivalente a 53,5% da receita na atual temporada. Em 2025/26, por sua vez, esta relação deve cair parta 48,6%, ampliando a margem operacional da sucroenergética e permitindo um lucro bruto de R$ 281,58 milhões.

Considerando a moagem e a área previstas para as temporadas, os custos de produção são equivalentes a R$ 208,76/t ou R$ 18.743,16/ha em 2023/24. Estes valores devem ter uma retração em 2024/25, mas uma nova alta em 2025/26, chegando a R$ 211,22/t ou R$ 18.964,03/ha.

A companhia ainda detalhou a composição dos custos. Em 2023/24, o maior peso virá da cana de terceiros (R$ 106,33 milhões), seguida por tratos culturais (R$ 51,07 milhões), CTT (R$ 43,06 milhões), arrendamentos e parcerias (37,07 milhões) e industrialização (R$ 26,13 milhões).

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Lucros, Ebit e Ebitda

Com isso, a sucroenergética espera um avanço significativo em seu resultado líquido ajustado, com alta anual de 264,6% em 2023/24, para 70,91 milhões. Na safra seguinte, o aumento deve ser de 81,6%, para R$ 128,74 milhões. Já em 2025/26 deve acontecer uma queda de 14,9%, para R$ 109,56 milhões.

Além disso, a Diana espera que seu Ebit (lucro antes de juros e imposto de renda) atinja R$ 122,31 milhões em 2023/24, subindo para R$ 186,45 milhões em 2024/25, mas caindo a R$ 168,66 milhões em 2025/26.

O mesmo movimento se repete nas expectativas para o Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, descontando também fatores tidos como relevantes pela empresa). Neste caso, a perspectiva é sair de R$ 252,33 milhões em 2023/24 para R$ 315,76 milhões em 2024/25, voltando a ficar abaixo de R$ 300 milhões na temporada seguinte.

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Dívidas e investimentos

Ainda segundo a companhia, após uma retração nas últimas temporadas, os investimentos devem voltar a subir a partir de 2024/25, chegando a R$ 51,02 milhões em 2025/26. Entre os destaques neste montante estão os R$ 45,32 milhões a serem destinados para plantio.

Além disso, nesta mesma temporada, a Diana pretende aplicar R$ 38,28 milhões especificamente no período de entressafra. O valor será dividido entre equipamentos agrícolas (R$ 18,26 milhões) e questões industriais (R$ 20,03 milhões).

Mesmo com esta alta nos aportes, a previsão é que o endividamento bancário caia ao longo do período. O pico deve ser registrado na atual temporada, com R$ 335,11 milhões, mas a perspectiva é que uma retração de 59,6% até 2025/26, para R$ 135,26 milhões.

Segundo Perossi, entre os objetivos da companhia está manter uma liquidez entre 1,3 vez e 1,5 vez. “Temos uma meta interna para a relação entre a dívida líquida e a moagem, que o conselho traçou, de R$ 75 por tonelada na safra atual. E queremos seguir com esse número, nunca ultrapassando R$ 75/t”, afirma.

Em grande parte, isso deve acontecer pela ausência de novas captações. A Diana espera emprestar R$ 40 milhões na safra corrente e não tem perspectivas de realizar novos financiamentos, o que foi confirmado por Perossi.

“Por termos melhorado os números da companhia, não temos necessidade de captações novas”, afirma o diretor, que completa: “A nossa ideia, realmente, é reduzir o endividamento para poder combater um pouquinho o aumento da Selic. Assim como o mercado, achamos que a Selic deve cair. Mas, de toda forma, vamos reduzir a nossa dívida”.

Com isso, a Diana espera atingir uma posição de caixa superior ao endividamento, gerando uma dívida líquida negativa ao final do período, de R$ 57,09 milhões. Para 2023/24, a estimativa é de um posicionamento de R$ 125,01 milhões.

O impacto das despesas financeiras também deve diminuir – segundo a Diana, elas devem sair de R$ 46,08 milhões em 2023/24 para R$ 12,64 milhões. Considerando também as receitas neste segmento e a variação cambial líquida, o saldo deve passar de um prejuízo de R$ 29,25 milhões na temporada corrente para perdas de R$ 2,66 milhões ao final do período.

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Atuação na agenda ESG

Além de trazer as projeções de resultados, o relatório da Diana Bioenergia também explora como a sucroenergética atua dentro da agenda ESG (sigla em inglês para princípios ambientais, sociais e de governança).

Entre as iniciativas junto à comunidade, o texto cita: parceria com a associação Parceiros da Educação, que atua na escola pública de Avanhandava (SP); implantação de plataformas para auxiliar no ensino de matemática na educação infantil e básica (Matific) e no Ensino Médio (Khan Academy); o projeto Uniformizando, com aulas de costura; projetos de iniciação esportiva e cuidados com a saúde, com a utilização de vôlei e jiu-jitsu; o projeto Conhecer, que prevê a visita de filhos de funcionários à usina; e o projeto Semear Eco, que promove ensino de conceitos de sustentabilidade.

Esse destaque para a parte social, de acordo com Perossi, é uma premissa da família que comanda a companhia. “A nossa principal acionista, a Renata [Junqueira, vice-presidente do conselho de administração] é médica de formação. Ela e a família sempre contribuíram para a sociedade, não só gerando emprego e renda para a região, mas também com projetos sociais”, relata.

Além disso, o relatório também apresenta a meta de atingir 30% de participação feminina na empresa, um índice que hoje está em 15% – acima da média do setor, de 11%. Em relação aos cargos de liderança, o objetivo é chegar a 15%, ante 10% atualmente e 5% do índice setorial.

“Evoluímos muito nesse quesito nos últimos dois anos, então, acho que não vai ser difícil atingir a meta. Vai ser desafiador, mas não impossível”, afirma Perossi. Ele relata que a presença de mulheres está se tornando a cada dia mais comum na empresa, inclusive em cargos como operadora de máquina e tratorista. “Isso vai de encontro ao que queremos para a companhia, que é aumentar a participação feminina. Em um cenário de curto prazo, vamos atingir a nossa meta”.

Outro ponto ressaltado no documento é a preocupação com o uso e a qualidade da água da região de atuação da sucroenergética. Além de reutilizar águas residuais e ter circuitos fechados para refrigeração, a Diana também destaca suas três estações para tratamento de efluentes e seu programa de gestão de resíduos.

Além disso, Perossi adianta que a empresa pode ter novidades em breve. “Já temos um consumo muito baixo de água no nosso processo industrial, mas temos um novo projeto protocolado na Cetesb [Companhia Ambiental do Estado de São Paulo]”, revela o diretor, que completa: “Estamos esperando a análise deles para fazer uma estação de tratamento de água e reutilizar 100% do que necessitamos na indústria”.

Renata Bossle – NovaCana

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