O relatório financeiro e social da Diana Bioenergia, referente à safra 2022/23, começa com tom de celebração. O texto que abre o documento é assinado pelo presidente da companhia, Ricardo Junqueira, que destaca a moagem recorde de 1,6 milhão de toneladas, alta de 26,8% na comparação anual.
“A nossa meta é chegarmos a uma moagem de 2,1 milhões de toneladas”, revela Junqueira, observando que a sucroenergética pretende fazer isso sem quebrar dois de seus compromissos internos: endividamento sempre menor do que R$ 75/t e lucro líquido igual ou maior que 4%.
“Para isso, temos um modelo matemático muito abrangente, que contempla todos os nossos números de forma detalhada. Estamos trabalhando na elaboração desse planejamento para atingirmos nossa meta com respeito às premissas”, completa.
Ele ainda afirma que a companhia já iniciou seu processo de expansão para atingir este número. “Adquirimos dois ternos de moenda e obtivemos a principal licença ambiental. Assim que esse planejamento ficar pronto, vamos dar visibilidade a todo mercado”, promete Junqueira.
A safra 2023/24 também marcou o primeiro ano da sucroenergética como sócia cooperada da Copersucar. No período, a empresa fabricou 122,96 mil toneladas de açúcar (+16%) e 60,46 milhões de litros de etanol hidratado (+31,7%).
Ainda segundo a companhia, o rendimento nos canaviais foi de 83,23 toneladas de cana por hectare (+20%), com uma concentração de 141,39 toneladas de açúcar total recuperável (ATR) por tonelada (-4,1%). Com isso, a Diana obteve 11,77 toneladas de ATR por hectare (+15,2%).
Saiba mais no texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana):
- Queda no lucro líquido da companhia
- Formação da receita
- Relação entre receitas e custos
- Desempenho operacional: lucro bruto e Ebitda ajustado
- Resultado financeiro
- Perfil da dívida e alavancagem
- Resultados em relação à moagem
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