Companhia, que inaugurou a primeira planta de biometano de Minas Gerais, teve recuo de 18,8% na moagem de cana devido às condições climáticas
A safra 2025/26 foi repleta de novidades para a Aroeira Holding, que controla a Bioenergética Aroeira, a Central Energética Tupaciguara e a Biomil Etanol. Esta última companhia, aliás, representa um dos projetos mais ambiciosos do grupo: uma unidade de etanol de milho que deve receber, pelo menos, R$ 750 milhões em investimentos.
Segundo a demonstração de resultados do grupo, na temporada, foram realizados os primeiros aportes destinados à estruturação e ao desenvolvimento da planta. Em entrevista ao NovaCana, o CEO da Bioenergética Aroeira, Gabriel Feres Junqueira, detalha que o projeto está em fase de engenharia, o que deve seguir até dezembro deste ano.
Ele relata que o início das obras está previsto para meados de 2027 e a operação deve começar em 2028. Por sua vez, a moagem estimada é de 500 mil toneladas de milho por ano.
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