Após bater recordes em 2020 e registrar uma retração no ano seguinte, a exportação de etanol tem aumentado anualmente em volume – ainda que não em receita. Para 2024, a expectativa da Argus é que os fluxos sigam em “níveis robustos”, alcançando entre 2,2 bilhões de litros e 2,5 bilhões de litros.
Segundo a consultoria, as usinas brasileiras têm procurado expandir sua atuação internacional, com olhares direcionados especialmente para a Coreia do Sul, a União Europeia e outros destinos que, tradicionalmente, receberiam o biocombustível dos Estados Unidos. Além disso, há uma série de fundamentos que favorecem as exportações, com as companhias atentas à rentabilidade.
Para completar, o mercado vive mudanças, como a expansão do etanol de milho, investimentos na produção de etanol de segunda geração (E2G) e o potencial do combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês).
Com o objetivo de entender melhor esse cenário, a Argus realizou uma pesquisa com diversos participantes do mercado. Na sequência, o especialista em etanol Vinicius Damazio conversou com o NovaCana sobre os pontos de atenção para as usinas.
A entrevista completa está disponível para os assinantes NovaCana.
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