O superintendente executivo de Agronegócios do Bradesco BBI, Cyrille Brunotte, é um dos responsáveis por este tipo de análise. Atuando junto ao banco desde 2010, Brunotte tem mais de 20 anos de experiência em mercados financeiros do mundo todo, liderando operações de fusões e aquisições para várias empresas de energia, combustíveis e biocombustíveis. Ele também foi responsável pelo departamento de banco de investimento da Credit Agricole no Brasil.
A partir dessas experiências, Brunotte falará no NovaCana Ethanol Conference sobre como está o apetite dos agentes financiadores, além de abordar as perspectivas para o possível início de um novo ciclo de fusões e aquisições, assim como sobre o que esperar de bonds e do mercado de ações.
- Como está o apetite dos agentes financiadores
- Perspectiva para um novo ciclo de M&A
- Perspectivas para bonds e mercado de ações
Por: Cyrille Brunotte
Data: 28 de junho às 11h30
Local: Hotel Tivoli – Mofarrej
Atualmente existem grupos no setor bem definidos, há quem está bem e quem não está. Ao mesmo tempo em que empresas preparadas estão prontas para obter margens não vistas há algum tempo, outras sentem o peso das dívidas e do desequilíbrio operacional.
Ao mesmo tempo em que empresas preparadas estão prontas para obter margens não vistas há algum tempo, outras sentem o peso das dívidas e do desequilíbrio operacional.
Esse cenário abre espaço para possibilidade de um novo ciclo financeiro, encabeçado por agentes financiadores interessados em bons projetos e indústrias buscando expansão. Em suma, pode ser o início de um momento ideal para mais investimentos, fusões e aquisições.
Com a crise que abateu o setor nos últimos anos, diversas usinas foram fechadas, criando espaço para novos projetos, principalmente de brownfield. Desde de 2012 há registros de plantas sendo reativadas. No ano passado, esse número foi mais elevado, sinalizando um potencial de recuperação que deve se intensificar.

O governo federal trabalha com um cenário de expansão envolvendo poucas novas usinas. A aposta é que o aumento da moagem virá justamente com a reativação e ampliação de usinas já existentes. Os gráficos abaixo detalham a visão do MME e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) no curto prazo (até 2019) e no médio prazo (até 2024).

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