Em relatório, a Fitch Ratings confirmou o rating nacional de longo prazo da Nardini Agroindustrial como A, mantendo a classificação de 2023. A avaliação ainda inclui uma perspectiva estável, indicando que não há perspectiva de rebaixamentos ou elevações em breve.
De acordo com a agência de classificação de risco, a nota reflete o perfil operacional “adequado” do grupo no setor sucroenergético brasileiro, assim como o fortalecimento do seu modelo de negócio com o início da operação de sua segunda usina em Aporé (GO). A nova unidade ampliou a moagem da companhia para 6,3 milhões de toneladas, assim como a sua capacidade para geração de energia.
“A resiliente performance da Nardini nos últimos anos em diferentes condições de mercado, sustentada por sua competitiva estrutura de custos de produção e por seu desempenho agrícola, lhe permite atenuar os impactos negativos dos ciclos de baixa dos preços das commodities”, afirma o documento.
Além disso, de acordo com a Fitch, a nota também considera a flexibilidade “adequada” da companhia para produzir açúcar e um volume de cana própria acima de 60%.
Mas, apesar dos indicadores de crédito serem considerados fortes, a agência afirma que a classificação da sucroenergética permanece limitada pela escala das atividades, pela volatilidade do preço do açúcar e pela dinâmica do mercado de etanol, que é vinculado ao de gasolina.
A agência também considerou que os canaviais estão sujeitos às condições climáticas, o que envolve investimentos por parte da companhia para manutenção da produtividade – tanto agrícola quanto industrial.
A Fitch também afirma que a Nardini deve manter uma boa geração de caixa pelos próximos dois anos, com uma alavancagem em níveis “conservadores” e uma boa liquidez. Durante as últimas três temporadas, o grupo superou a marca de R$ 200 milhões em seus resultados líquidos.
Confira mais detalhes no texto completo, exclusivo para assinantes NovaCana.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR